Voltamos depois de um longo recesso ao nosso blog. Continuando a discussão sobre cinema segue minha lista das 10 maiores atuações.
Obs: Cabe ressaltar que não sou um observador regular do trabalho de atores, é um aspecto que não considero tanto.
1- Hours concours - Marlon Brando - O poderoso chefão.
2- Daniel Day Lewis - Gangues de Nova York (mas poderia ser Meu pé esquerdo , ou ainda , Sangue negro).
3- Al pacino - Scarface
4- Jamie Foxx - Ray
5-Jack Nicholson - O iluminado
6- Ralph Fiennes - O jardineiro Fiel
7- Leonardo Di Caprio - o aviador (mas poderia ser Ilha do medo)
8- Tom Hanks - O náufrago (mas poderia ser O resgate de Ryan ou Forrest Gump)
9- Wagner Moura - Tropa de elite 1
10- Robert de Niro - Taxi Driver
Comentem aí...
Barra Conexions
Blog de três amigos que BEBIAM vinho e jogavam conversa fora. Atualmente a coisa tá difícil.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Olha o Luizão aí, gente!!!
Luiz, é impressionante a sua eloquência carnavalesca. Já que postou assunto lhe pergunto: Por que sempre apontam sambas com mais de 30 anos (pelo menos) como os melhores da história? De minha parte os acho horrorosos!!!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Uma das coisas que esqueci de escrever este ano
Carnaval é uma coisa corrompida pela fantasia dos ignorantes. E para ser ignorante nessa seara basta tomar partido, decidir ter uma escola favorita, achar alguma coisa melhor od que a outra, seja ela bloco, escola de samba, bateria, mulata, oque for. A partir dai, você deixa de ser competente e sensível cognitivamente de apreciar o que há de bom só por não ser sua favorita. Isso é istemático no carnaval. Milhares de pessoas aplaudem aquele câncer que é o "bola preta", que de bloco não tem nada. É um absurdo aquela manifestação de "empolgação e autenticidade, pura espontaniedade carióca". Aquilo não passa de um absurdo tumulto, sem música, sem carnaval, ninguém sai do lugar, ninguém festeja. Só bebem e comem, só estão lá para fazer parte do "fenômeno". Coisa doentia. Ignorância.
Outro lance que cansei de lutar contra é a demonização das escolas de samba "S/A", como a Beija-Flor e a Imperatriz. Ainda mais este ano, que a BF foi campeã novamente e confirmou um tratado a ser reconhecido por todos: profisisonalização e organização é intransponível para sustentar um bom carnaval. O negócio tem de ser soviético memso, talibã, e não basta ter uma velha guarda sagrada, baluartes e quetais. Tem de ter competência, estabelecer, esclarecer e respeitar regras, e dinheiro não é tudo.
Escrevo isso especialmente por ocnta da Mangueira, que cagou pro Cartola, e principalmente por ocnta da Portela, que não é minha escola, mas tenho admiração profunda pela sua história e sua riqueza lendária. Esse ano, a Portela vinha que ivnha, se achando, com dinheiro e mobilizada. Apostava-se num desfile das campeãs, para não dizer um título. E talvez merecesse. Se não fosse pelo amadorismo e caseirismo da escola. Todo mundo viu a Portela perder pontos cruciais por erros bobos de harmonia, sincronia de ala e outras patadas que em era de celular e rádio não se pode admitir. Fantasias descaracterizadas e incompletas, uma zona! Ai vem um viadinho dizer "Mas tava linda minha! Portela! Vai ganhar!" , e eu retruco - Por que critério?Animação? Alienação? Delírio? Que eu saiba, não são esses os quesitos usados no processo.
Não é preciso ser um insider para ver problema. A ignorância é voluntária e xiíta. Façamos um paralelo entre Portela e BJ em alguns pequenos quesitos básicos dos muitos nescessários para por uma escola no pódio.
1 - ensáio:
Portela - bagunça. Cada um chega e vai quando quer, a seriedade é sincronizada com o preço pago para fazer parte da ala, a proximidade ocm o diretor de ala ou um baluarte (adoro essa palavra. Parece nome de cachorro...) e outros critérios que pouco ajudam a organização. Há uma semana do desfile tá lá o diretor de ala ameaçando as crianças que se não cantarem, vão pra vala, vai chamar o caveirão e o cacete. Pedagógico pra cacete. discussão, quebra de hierarquia, ameaças e juras, um horror. Estranjeiros sendo tratados com "estranjeiros". Um carnaval, no pior sentido
BJ - Talibã. Fundamentalismo militarista. quem não adere ao regime de ensáios e disciplina soviética, é ocnvidado a sair, e não tem essa de ser primo de fulano ou ter pago fortunas pela fantasia. O dinheiro é deovlvido na hora, o diretor de ala assume o demérito, mas ninguém se torna refém de dinheiro na história.
2- Destaques e membros chaves da escola:
Portela - a "comandante" da escola fez questão de assumir produção de fantasias, carros alegóricos, catraca dos banheiros, monopolizou tudo. No dia do desfile, ao invés de assumir no chão a supervisão de tudo, resolve sair num carro de destaque, e a corte que se vira para manter o reino. Não deu outra: a fantasia da porta bandeira só chegou meia hoa antes de começar o desfile da escola, e até então era um tal de niguém saber de nada. A própria porta bandeira se desencontrou de seu pessoal e se atrasou,pois não conseguia um taxi para leava-la ao sambodromo! Chegando lá, soube do problema com a fantasia e começou a se desidratar de choro. entrou no desfile merecendo um ringer lactado na subclávia e uma maquiagem de defunto para disfarçar o stress. Nem falo dos ônibus CTC d plebe da escola...
BJ - Ônibus customizados, trailers para os destaques, frota de segurança e transporte exclusivo para materiais. Profissa.
Por essas e por outras é que não me atrevo mais a reclamar da vitória das escolas S/A, pois elas respeitam mais os integrantes e o próprio povo. Não posso mais ignorar que profisisonalismo faz diferença, e não posso manter o discurso ignorante de que esse profisionalismo desqualifica autenticidade do carnaval. Mentira. A lendaria Portela tem muito que aprender ocm a BJ.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
COVARDIA
Essa foto de vcs dois é um complô contra mim...rss
Nem me chamaram e eu sou fã dele mais do que vcs...kkkkkkkkkkkkkk
Vcs vão ser exilados e eu vou ser jogado no mar
Vivam com essa culpa
Ficarei aqui junto do Zé e do Wladimir
Até o final....do dinheiro é claro...kkkkkkkkkkkkkkkkk
Abs
Nem me chamaram e eu sou fã dele mais do que vcs...kkkkkkkkkkkkkk
Vcs vão ser exilados e eu vou ser jogado no mar
Vivam com essa culpa
Ficarei aqui junto do Zé e do Wladimir
Até o final....do dinheiro é claro...kkkkkkkkkkkkkkkkk
Abs
domingo, 7 de dezembro de 2008
GANHEI MINHA PASSAGEM PARA LONDRES!!!!!!
Cacilda!
Em um futuro próximo, quando a revolução desses esquerdopatas assolar este pais, a ponto de nos tornarmos uma Cuba do Sul, a KGB do B possuirá minha foto em companhia tietósa de diogo Mainardi nos seus arquivos como prova suficiente para nos "condenar" ao exílio.
Estou feito!
Podem separar um C-130 Hércules , cadeira na janela, só pra minha família.
Eu escolho Paris!! Sem escalas! (prefiria londres, mas a CE é mais promissora)
Não tem nada melhor do que a bolsa exílio.
Aliás, tem sim:
A bolsa anistía, que vai rolar depois dos meus adquirirem o green card, dupla cidadania e o escambáu.
A gente ainda vai levar uns caraminguás da viúva!!!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Outra do Olavão
Sim, me desculpem por encher o vosso saco com os textos do O.C , mas dá pra passar este aqui:
Piada satânica
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 12 de junho de 2008
Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.
Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofóbico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.
Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.
Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.
O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.
S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acreditam, confiram em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.
Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.
E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott...
Piada satânica
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 12 de junho de 2008
Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.
Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofóbico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.
Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.
Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.
O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.
S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acreditam, confiram em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.
Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.
E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott...
Eleições americanas
Caros confrades, confesso que tem dois assuntos que não tenho paciência para discutir: O Oscar e as eleições americanas. Sobre Obama,Ms Clinton, Mccain , democratas e republicanos prefiro assistir um jogo da eurocopa. Nada sei, não tenho opinião alguma. No entanto posto aqui a opinião de alguém que tem a minha credibilidade para Serjão e Herr Ludwig debaterem à vontade, bom proveito:
O queridinho da elite global
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 12 de junho de 2008
Nada mais significativo da retardamento mental brasileiro do que a insistência mecânica, repetitiva, psicastênica, no mote: “Estarão os EUA maduros para aceitar um presidente negro?” A chantagem psicológica embutida nessa pergunta é tão óbvia, tão grosseira, tão primária (“ou você vota em Obama ou confessa que é racista”), que por aqui até mesmo os mais devotos porta-vozes do candidato democrata procuram evitá-la, deixando-a para jornaizinhos de estudantes e grupos de esquerda sem a mínima expressão eleitoral. Tomando como modelo o discurso desses jornaizinhos, a “grande midia” nacional revela todo o seu provincianismo, a sua radical incapacidade de superar os slogans anti-americanos mais bobocas dos anos 50.
Afinal, por que os americanos deveriam, só para provar “maturidade”, eleger presidente o representante de uma comunidade étnica que mal chega a doze por cento da sua população? No Brasil, os negros e afrodescendentes são quase metade do contingente demográfico, e nunca um deles foi comandante das Forças Armadas nem ministro das Relações Exteriores. Nem mesmo candidato à presidência. Em Cuba jamais houve sequer um ministro negro, mas o estoque de negros nas prisões é um dos mais altos do mundo.
O que singulariza o sr. Barack Obama e explica a onda de badalação em torno dele não é a cor da sua pele, nem a soma de seus duvidosos talentos. Alan Keyes – meu candidato, se eu votasse nas eleições americanas – é duas vezes mais preto que ele, mil vezes mais culto e dez mil vezes mais honesto, e nem por isso deixou de ser boicotado ao ponto de ter de sair do Partido Republicano e lançar-se como candidato independente. Embora tenha considerável apoio entre os conservadores, foi excluído de todos os debates e jamais aparece na “grande mídia”.
As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:
1. Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.
2. Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.
3. Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.
4. Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.
4. O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta. O manto de proteção estendido sobre ele chega mesmo ao Brasil, onde até um colunista supostamente conservador como Ali Kamel canta louvores ao candidato com base tão-somente nas suas intenções declaradas, abstraindo, como se fossem zeros à esquerda, toda a sua atividade anterior e os inumeráveis trechos francamente racistas dos seus dois livros.
5. Somado a essas qualidades, o fato de ser negro é somente um detalhe útil, que não precisa nem deve ser explorado muito abertamente. A chantagem é tanto mais eficiente quanto mais sutil.
O queridinho da elite global
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 12 de junho de 2008
Nada mais significativo da retardamento mental brasileiro do que a insistência mecânica, repetitiva, psicastênica, no mote: “Estarão os EUA maduros para aceitar um presidente negro?” A chantagem psicológica embutida nessa pergunta é tão óbvia, tão grosseira, tão primária (“ou você vota em Obama ou confessa que é racista”), que por aqui até mesmo os mais devotos porta-vozes do candidato democrata procuram evitá-la, deixando-a para jornaizinhos de estudantes e grupos de esquerda sem a mínima expressão eleitoral. Tomando como modelo o discurso desses jornaizinhos, a “grande midia” nacional revela todo o seu provincianismo, a sua radical incapacidade de superar os slogans anti-americanos mais bobocas dos anos 50.
Afinal, por que os americanos deveriam, só para provar “maturidade”, eleger presidente o representante de uma comunidade étnica que mal chega a doze por cento da sua população? No Brasil, os negros e afrodescendentes são quase metade do contingente demográfico, e nunca um deles foi comandante das Forças Armadas nem ministro das Relações Exteriores. Nem mesmo candidato à presidência. Em Cuba jamais houve sequer um ministro negro, mas o estoque de negros nas prisões é um dos mais altos do mundo.
O que singulariza o sr. Barack Obama e explica a onda de badalação em torno dele não é a cor da sua pele, nem a soma de seus duvidosos talentos. Alan Keyes – meu candidato, se eu votasse nas eleições americanas – é duas vezes mais preto que ele, mil vezes mais culto e dez mil vezes mais honesto, e nem por isso deixou de ser boicotado ao ponto de ter de sair do Partido Republicano e lançar-se como candidato independente. Embora tenha considerável apoio entre os conservadores, foi excluído de todos os debates e jamais aparece na “grande mídia”.
As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:
1. Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.
2. Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.
3. Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.
4. Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.
4. O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta. O manto de proteção estendido sobre ele chega mesmo ao Brasil, onde até um colunista supostamente conservador como Ali Kamel canta louvores ao candidato com base tão-somente nas suas intenções declaradas, abstraindo, como se fossem zeros à esquerda, toda a sua atividade anterior e os inumeráveis trechos francamente racistas dos seus dois livros.
5. Somado a essas qualidades, o fato de ser negro é somente um detalhe útil, que não precisa nem deve ser explorado muito abertamente. A chantagem é tanto mais eficiente quanto mais sutil.
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Barra Conexions
Barra conexions é um blog para a publicação de qualquer coisa que gente quiser. A gente significa os 3 malucos que se encontram (pelo menos foi assim em 2007)na Barra, bebem vinho e jogam conversa fora.