segunda-feira, 14 de julho de 2008

Quem disse que eu sou preto? Eu sou ocre escuro.rs!

sábado, 12 de julho de 2008

Afrodescendentes

KKKKKKKKKKKKKK
Maravilhoso...
O cara parece com o Mainardi
É tu Ismael?

sexta-feira, 27 de junho de 2008

segunda-feira, 23 de junho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Outra do Olavão

Sim, me desculpem por encher o vosso saco com os textos do O.C , mas dá pra passar este aqui:

Piada satânica

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 12 de junho de 2008



Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.

Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofóbico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.

Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.

Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.

O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.

S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acreditam, confiram em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.

Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.

E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott...

Eleições americanas

Caros confrades, confesso que tem dois assuntos que não tenho paciência para discutir: O Oscar e as eleições americanas. Sobre Obama,Ms Clinton, Mccain , democratas e republicanos prefiro assistir um jogo da eurocopa. Nada sei, não tenho opinião alguma. No entanto posto aqui a opinião de alguém que tem a minha credibilidade para Serjão e Herr Ludwig debaterem à vontade, bom proveito:

O queridinho da elite global

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 12 de junho de 2008



Nada mais significativo da retardamento mental brasileiro do que a insistência mecânica, repetitiva, psicastênica, no mote: “Estarão os EUA maduros para aceitar um presidente negro?” A chantagem psicológica embutida nessa pergunta é tão óbvia, tão grosseira, tão primária (“ou você vota em Obama ou confessa que é racista”), que por aqui até mesmo os mais devotos porta-vozes do candidato democrata procuram evitá-la, deixando-a para jornaizinhos de estudantes e grupos de esquerda sem a mínima expressão eleitoral. Tomando como modelo o discurso desses jornaizinhos, a “grande midia” nacional revela todo o seu provincianismo, a sua radical incapacidade de superar os slogans anti-americanos mais bobocas dos anos 50.

Afinal, por que os americanos deveriam, só para provar “maturidade”, eleger presidente o representante de uma comunidade étnica que mal chega a doze por cento da sua população? No Brasil, os negros e afrodescendentes são quase metade do contingente demográfico, e nunca um deles foi comandante das Forças Armadas nem ministro das Relações Exteriores. Nem mesmo candidato à presidência. Em Cuba jamais houve sequer um ministro negro, mas o estoque de negros nas prisões é um dos mais altos do mundo.

O que singulariza o sr. Barack Obama e explica a onda de badalação em torno dele não é a cor da sua pele, nem a soma de seus duvidosos talentos. Alan Keyes – meu candidato, se eu votasse nas eleições americanas – é duas vezes mais preto que ele, mil vezes mais culto e dez mil vezes mais honesto, e nem por isso deixou de ser boicotado ao ponto de ter de sair do Partido Republicano e lançar-se como candidato independente. Embora tenha considerável apoio entre os conservadores, foi excluído de todos os debates e jamais aparece na “grande mídia”.

As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:

1. Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.

2. Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.

3. Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.

4. Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.

4. O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta. O manto de proteção estendido sobre ele chega mesmo ao Brasil, onde até um colunista supostamente conservador como Ali Kamel canta louvores ao candidato com base tão-somente nas suas intenções declaradas, abstraindo, como se fossem zeros à esquerda, toda a sua atividade anterior e os inumeráveis trechos francamente racistas dos seus dois livros.

5. Somado a essas qualidades, o fato de ser negro é somente um detalhe útil, que não precisa nem deve ser explorado muito abertamente. A chantagem é tanto mais eficiente quanto mais sutil.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Bujica, o caçador de marajás!


Parte 1

Parte 2

87,88,89...

É Serjão, pra quê tanta mágoa de 86? Foi só um carioquinha! Em 87 a gente teve que aturar Romário, Sorato e companhia, mas ganhamos o Brasileiro. 88 foi triste: Cocada e nada no Brasileiro,ofinal do ano foi pior ainda, Bebeto vendido pro Vasco.Em 89 tivemos que aturar o Vasco campeão brasileiro com Bebeto,Andrade, Sorato e o equatoriano Quinhones, pois é QUINHONES.



O Botafogo foi campeão em cima da gente e Zico abandonou o futebol. Entretanto 2 dias de alegria: A vitória sobre o Vasco no Brasileiro com dois gols de Bujica, lembra disso? E o último jogo de Zico, um 5 x 0 no Fluminense em Juiz de Fora com Gol de falta e tudo...


Dá-lhe Bujica!

segunda-feira, 2 de junho de 2008

SINTO-ME UM INSIGNIFICANTE

Caramba!!!
O cara tá difícil,coitado do XEXÉO, CONY ETC.......KKKKKKKKKK
Ismael, tu sabe de tudo,hein!
Não vou nem entrar no mérito das células troncos
Quanto ao encontro, eu vou aguardar...
Agora, sobre o futebol nessa época eu conheço um pouco.
Concordo com essa hierarquia de apresentações individuais em copa, Cruiff,Maradona E Zidade foram as melhores mesmo das últimas décadas.
O Zico não ganhou uma copa, problema da copa!
Ele é uma referência eterna
Esse papo de que a Argentina não tinha ninguém é o mesmo daquele que fala que a França comprou o Brasil em 98, os incientes!!!!!!
Sem conversa sobre a final de 86 do carioca, vamos falar da 87 ou d 88.....kkkkkkkkkkkk
Tita, Cocada.......
Fora o campeonato Brasileiro de 89 do Vascão

domingo, 1 de junho de 2008

É isso ai, mentre Ismael Silva

Tú é bom de samba e de texto! Eu confesso que não me surpreender sua eloquência, mas sim sua generosidade em abordar um tema que, gerlamente, nos sentimos a vontade em ser dualistóide. eu não teria nunca conseguido elevar a cabeça até a suerficie com você. Nesses assuntos ainda sou um pouco panfletário.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Enófilos do Barra Conexions . Uni-vos!

Atenção Serjão e Luiz , vamos marcar um encontro numa segunda-feira. Já saí da quaresma! Aguardo contato!

Células tronco: pobre debate.

Se tem um debate atual do qual eu muito me aborreço é este sobre as células tronco. Me aborrece as tomadas de posição precipitadas e ainda as técnicas espúrias de argumentação.
O que parece é que estamos diante de um conflito entre ciência e religião. Não, não é isso estamos diante de um conflito ético que envolve a ciência, a(s) religião (ões), a política e o direito. Nesta questão nem sempre ciência e religião estão em lados opostos.
Nossa matriz predominante de pensamento é herdeira do iluminismo. O grande problema é que não há alternativa, parece que não existe no corpo das idéias que vigoram no Brasil, qualquer pensamento que não seja de matiz materialista. Continuamos criticando a igreja católica como se estivéssemos no séc. XVIII, como se a igreja fizesse parte do Estado.
Não, a igreja nçao faz parte do Estado brasileiro, somos um estado laico. No entanto, se não estamos no Ancién Regime, também não estamos na URSS ou na China comunista. Não somos um estado Ateu, a racionalidade científica não é detentora de nossos princípios morais. As religiões tem o direito de se manifestar. O fato de alguém opinar sobre um problema ético (portanto filosófico) com base na religião, é perfeitamente legítimo. O que se discute na questão das células-tronco é um conceito metafísico: a vida humana. A ciência sozinha não tem resposta pra isso.
Como esta questão é por demais complexa. Acho estranho uma tomada de posição, contra ou favor, tomada de imediato é que considera a posição contrária um absurdo, um retrocesso, obscurantismo ou assassinato de embriões.
Não impera o mal em nenhuma das decisões, as duas são defensáveis. O que aborrece é o uso da tática da mentira para defender sua posição.
Quando os defensores das pesquisas resumem o debate à dicotomia ciência versus religião. Estão apelando à audiência que considere a posição contrária à pesquisa como irracional ou dogmática.
A concepção de que a vida começa na fecundação não surgiu na igreja. Ela é fruto da própria ciência que considera a formação de um novo DNA a etapa inicial do desenvolvimento de uma nova vida. A igreja toma sua posição com base num pressuposto científico, logo não é um dogma, ou um fruto do obscurantismo.
O uso dos embriões em pesquisa não nos permite qualificar os cientistas como assassinos frios e impiedosos. Os cientistas querem utilizar seus conhecimentos para algo maior: a possível cura de doenças, e portanto consideram lícito o uso de embriões que seriam descartados.
Em geral, é a posição daqueles que defendem a pesquisa que se mostra mais radical e não a da igreja e das pessoas que são contra a pesquisa. Aliás, cabe dizer que acho ridículo que falemos que "a igreja" é contra como se estivéssemos numa disputa entre clero e sociedade. A disputa é entre cidadãos que movidos por seus conhecimentos e opções éticas, científicas e religiosas decidem ser contra ou favor das pesquisas.
Eu sou agnóstico, nunca fui católico, já fui ateu , nunca tive uma religião E SOU CONTRA AS PESQUISAS. Por que considero o embrião como vida humana e se não é vida eu não sei o que é. Entendo a posição daqueles que são a favor, afinal os embriões não tem consciência e estão congelados em clínicas e laboratórios. Mas pelo amor de DEUS (risos!!!) não me venham como esse papo de OBSCURANTISMO, CIÊNCIA X RELIGIÃO, EXORTAÇÕES à Galileu, e etc...
Pode-se discutir o que é vida, se vida é diferente de pessoa, quando a vida começa etc... que no final não chegaremos a resposta alguma. A minha posição é: se está em dúvida, não devemos matar a dúvida. Simples assim.
Este deveria ser o debate ideal: Diante da dúvida, o que fazer? Me parece adqueada a posição do Ministro Direito, façam as pesuisas mas descubram uma maneira de não matar o embrião. Alguém pode dizer que é impossível. Como podem ter tanta certeza? Se embrião não é vida, então não poderia morrer, não é mesmo? E já que serão feitas pesquisas por quê não fazer mais esta: Como extrair células tronco sem destruir embriões. Desta maneira os problemas éticos seriam resolvidos.
Se alguém me perguntar se algum dia eu aceitaria ser beneficiário destas pesuisas, eu não saberia responder. Como eu acho que deve ser a opinião inicial de quem lida com este dilema: não sei! É mais humilde , mais adequado e mais sincero.
P.S. Este mesmo raciocínio vale para o que eu penso sobre o aborto.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Mais 86 II

Fla 4 x 1 Flu

Mais 86

Gols do Brasil na copa

Barra Conexions

Barra conexions é um blog para a publicação de qualquer coisa que gente quiser. A gente significa os 3 malucos que se encontram (pelo menos foi assim em 2007)na Barra, bebem vinho e jogam conversa fora.