sábado, 23 de fevereiro de 2008

PREVISÕES

PODEM COBRAR!!!!
Melhor filme: ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ
Melhor diretor: IRMÃOS COHEN, COM UMA CHANCE DO PTA=PEQUENA...
Melhor ator :DANIEL DAY LEWIS=BARBADA1
Melhor atriz:JULHIE CRHISTIE=CHUTE
Melhor ator coadjuvante: JAVIER BADEM=BARBADA2
Melhoa atriz coadjuvante:TILDA SWINTON
Melhor animação:RATATOUILLE
Melhor roteiro original:JUNO
Melhor roteiro adaptado:ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ

domingo, 17 de fevereiro de 2008

KKKKKKKKKKKKKK

É verdade, só meti o pau, dei uma de Mainardi!!!!
Os imcompreendidos é uma grande filme do Trufautt, é uma autobiografia, e o garoto trabalha bem demais, tudo do Trufauut é feito com muita emoção, coração etc...
Ele é um cineasta com uma alme feminina, hipersensível....rss
OS SONHADORES é maravilhoso, acho o melhor filme do Bertolluci, meio politico, meio romântico e ainda por cima chama o ERIC CLAPTON DE GOD....
Vc escolheu bem
abs

KKKKKKKKKKKKKKK

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Ô Serjão...rs!

No dia e que fui ao West Shopping Persepolis não estava em cartaz. A única coisa que parecia prestar era "O gangster" mas num horário que não dava pra mim. Ontem assiti em DVD "Medo e Obssessão" de Win Wenderes. Vc viu? Vale a pena assistir, não é nenhuma obra-prima mas vale.
Comenta lá o Bertolucci e o Truffaut, pô! Só fica vendo os defeitos, Ô mainardi! rs!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Coragem pra mudar!!!

Esse filme é o melhor curta do ano, deveria tá em Berlim!!!rssrss
O Francis dizia que todo governo é autoritário, sem exceção.....
Agora, a coragem maior é do Ismael de mudar as escolhas dos filmes, EU SOU A LENDA!!!!!!!!!
É RUIM DEMAIS..........
Tá em cartaz uns 10 filmes acima da média, tu me escolhe esse?!
Aí em big field tápassando o melhor desenho do ano, persepolis, dizem que émelhor que ratatouillle.
abs

Vejam essa!

Os lobos mostram os dentes
por João Luiz Mauad em 15 de fevereiro de 2008

Resumo: A carapaça humanista e a retórica apocalíptica dos ambientalistas dificultam explicar ao público suas reais intenções, eivadas de totalitarismo latente, aspirações arrogantes de comandar os destinos da humanidade e guerra incessante contra o capitalismo liberal. Mas de vez em quando, eles deixam de lado a dissimulação e falam claramente sobre seus objetivos.

© 2008 MidiaSemMascara.org


A carapaça humanista e a retórica apocalíptica - temperada por platitudes e clichês “bem intencionados” - dos ambientalistas fazem com que nós - os chamados céticos - muitas vezes tenhamos enorme dificuldade para transmitir ao público as reais intenções desses dissimulados, seu totalitarismo latente, suas aspirações arrogantes de comandar os destinos da humanidade, sua guerra incessante contra o capitalismo liberal e o crescimento econômico.


Por isso, é alvissareiro quando alguns de seus áulicos resolvem despir o véu da dissimulação e falar claramente a que vieram. Sentindo-se, talvez, já suficientemente fortes perante a opinião pública mundial, alguns próceres mais audaciosos do movimento ambientalista global, certamente na tentativa de abreviar o fim da guerra, começam a “chutar o pau da barraca”.


Foi evidentemente o que ocorreu com os ativistas ecológicos David Shearman e Joseph Wayne Smith, autores do recém lançado livro ‘The Climate Change Challange and the Failure of Democracy’, um extraordinário libelo pela extinção da democracia liberal e do livre mercado, em defesa do autoritarismo e do despotismo “esclarecido” dos especialistas.


Abaixo, transcrevo e traduzo o sumário da indigitada obra, disponível na página da própria editora (Greenwood Publishing Group) na Internet (http://www.greenwood.com/catalog/C34504.aspx), bem como os comentários de alguns coleguinhas dos autores. Sem mais delongas, pois o texto é auto-explicativo:



“As mudanças climáticas são uma ameaça ao futuro da civilização, mas a humanidade é impotente para implementar as soluções. Mesmo naquelas nações comprometidas com a redução dos gases de estufa, as emissões continuam crescendo. Esta falha tem reflexos em várias esferas: o esgotamento dos peixes nos oceanos, a erosão de solos férteis, a destruição de florestas, a poluição de rios e a utilização dos recursos naturais do mundo além das respectivas taxas de reposição.


“Neste livro provocativo, Shearman e Smith apresentam evidências de que o problema fundamental por trás da destruição do meio ambiente – mudanças climáticas em particular – está no funcionamento da democracia liberal. Suas falhas e contradições retiram do governo (...) o necessário poder para tomar as decisões que possam promover uma sociedade sustentável.


“Após argüir que a democracia tem falhado em seu aspecto humanitário, os autores vão além e demonstram que estas falhas podem facilmente conduzir ao autoritarismo, sem que nem mesmo percebamos [?]. Ainda mais provocativos, eles afirmam que devemos estar preparados para esta eventualidade, se quisermos sobreviver às mudanças climáticas. Eles não sugerem, entretanto, que os regimes autoritários existentes sejam mais bem sucedidos em mitigar as emissões de CO2, já que, em nome do crescimento econômico, esses governos têm adotado o sistema de mercado entusiasticamente.


“No entanto, os autores concluem que alguma forma autoritária de governo será necessária, mas alertam que ela deverá ser uma governança de experts, e não daqueles que buscam somente o poder. Existem atualmente estruturas autoritárias muito bem sucedidas – por exemplo, na medicina e nos impérios corporativos – que são capazes de implementar decisões urgentes, impossíveis sob a égide da democracia liberal.


“A sociedade será obrigada a fazer uma escolha filosófica, entre a “liberdade” e a “vida”. Porém, há uma terceira via entre a democracia e o autoritarismo, sobre a qual os autores discorrem no último capítulo. Tendo feito o leitor compreender que, para parar ou mesmo reduzir o desastroso processo de mudanças climáticas, nós precisamos escolher entre a democracia liberal e alguma forma de governo autoritário, comandado por especialistas, os autores propõem uma reforma radical da democracia, a qual nos imporia a dolorosa escolha de restringir a disseminada dependência do crescimento econômico, bem como várias reformas fiscais e legais. Por mais dura que esta escolha possa ser, eles defendem a adoção destas reformas fundamentais da democracia, durante a jornada ao autoritarismo”.

Agora, alguns dos comentários de eméritos eco-ativistas sobre a obra em questão, disponíveis na mesma página acima mencionada:



“A parceria do filósofo e ecologista Joseph Wayne Smith com o emérito professor de medicina David Shearman produziu uma análise que cobre toda uma escala, desde a governança numa democracia liberal até um tratado sobre instituições bancárias. Os autores concluem que as riquezas ambientais, necessárias para sustentar a civilização, irão entrar em colapso, a menos que o ‘casamento amoroso da humanidade com o crescimento econômico’ seja desfeito.” (Virginia Deane Abernethy, Professora emérita da Escola de Medicina da Universidade de Vanderbilt)


“Este é um livro provocativo. Muitos irão discordar de suas conclusões, mas o dilema colocado é real e não pode ser ignorado.” (Dr. Katharine Betts, Professora de sociologia da Swinburne University of Technology)


“Advertências sobre uma crise ambiental iminente não são mais prerrogativa de profetas solitários. Elas agora refletem o consenso do establishment científico. Porém, quão radical é a mudança do pensamento político dominante que elas exigem de nós? Este volume faz uma poderosa defesa da visão segundo a qual é necessária uma radical crítica à própria noção de democracia, se quisermos combater seriamente a crise ambiental, além da disposição para aceitar que os governos sejam comandados por especialistas qualificados, em vez de eleições populares...” (Gorgon Graham, Professor de filosofia e artes no Princeton Theological Seminar)


“Editado no momento em que governos, corporações e consumidores estão vaidosos de suas voluntárias ações em prol da redução das emissões [CO2], este livro considera que esses esforços são insuficientes e leva a discussão para a próxima fase. Para que nos convertamos em sociedades sustentáveis, a democracia liberal precisa dar lugar a ‘alguma forma de governo autoritário a cargo de experts’, que os autores esboçam ao final. Este é um livro que muda o rumo da prosa, uma nova e audaciosa contribuição ao debate sobre as mudanças climáticas.” (Otis L. Graham, University of Califórnia (Emeritus)

É preciso dizer mais alguma coisa?

O filme do ano

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O passaporte

Caro Sérgio, você deve estar acompanhando os problemas com a emissão de passaportes aqui no Rio. Pois é, o meu passaporte está vencido e por isso eu estou impossibilitado de chegar a zona sul, a barra da tijuca... rs! Só estou vendo filmes no DVD ( e olhe, lá) e os que passam aqui na República de Campo Grande: os últimos que vi foram: Lavoura arcaica e , por favor não me mate: Eu sou a Lenda. Você aí falando de filmes que quero ver mas só verei quando sair em DVD. Esta semana vou assistir "Os imcompreendidos" do seu querido Truffaut e terminar de ver Os sonhadores de Bertolucci.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

DOM

Oh meu caro mestre!!!
Eu não tenho esse seu dom, e doLuiz também.
Não sei escrever, só polemizar, já basta..rss isso fica pra vcs
Meu irmãode Aracajú tágostandode ler seus comentários e do Luiz, ele é 10 e ficou impressionado.
Voltando ao clássico dos irmãos Cohen, rapaz, eu não gostava memso, achava eles meio bobos, imaturos.... etc
Esse filme é uma sinalde maturidade violenta, vai ganhar o oscar merecidamente. Fotografia 10, uma interpretação do javier inenarrável , só vendo e um roteiro... sei lá.... o último filme que me marcou assim foi o do canadense, aquele que eu quase não falo...rss
Cara! vai assistir amanhã... Assisti JUNO também, divino, muitas reflexões pós-modernas.
Só falto ver o Monstro da interpretação, Daniel Day Lewis, acabou de ganhar o BAFTA, ganhou tudo esse ano,mas no oscar só vai dar esse prêmio mesmo, acho que a hora do PTA não é agora.
Abs e cuidado com o cartãocoporativo,se não for usar pode me emprestar...rssrssrss.

Benditas sejam suas palavras!

Só isso Sérgio, benditas sejam suas palavras!

Vai Ismaczão!!!rss

Rapaz!
Tu deve dormir , sonhar, acordar e se alimentar de PT, não?rss
Esquece esses caras, eles não existeme sem o LULA, esse é maior do que todos eles juntos, eleitoralmente, é claro.
Em 2010 vc fala pra eles: ACABOU, BOA SORTE, NÃO TENHO O QUE DIZER,SÃOSÓ PALAVRAS.....RSSRSS
Irmãos Cohen fizeram uma obra prima, jávi 2 vezes, fala sobre isso que vc tanto escreve, EITA ANGÚSTIA DANADA,OXENTE.
Abs

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Ô Serjão nº 5, o PT.

Achei este artigo sobre o PT. Ele explica direitinho o que eu penso sobre este partido, os sentimentos do autor parecem os meus, os "xingamentos" que ele recebeu, eu também recebi. Por isso acho os partidos todos uma garnde merda, mas acho o PT a maior das desgraças.
P.S. Este é o último da série Ô Serjão, rs!
P.S. Nota: o artigo é de 2002,cada vez mais me sinto como aquela secretária(Traudl Junge)
do Hitler (v. depoimento no final do filme A queda).

PT é Vida, é Amor, é Luz - Não Ouse Votar Contra
por Redação MSM em 18 de setembro de 2002

Resumo: EXTRA - 08.10.02

© 2002 MidiaSemMascara.org

Fernando Ferraz Olszewski (07/10/02)


PRIMEIRA PARTE – dentro do partido

Sei que sou jovem, sei que falho em termos de finanças e economia. Porém, em política, em teoria sobre o homem, eu sei que sei bastante: porém tenho certeza que não sei o suficiente. Sei o suficiente para saber, pelo menos pessoalmente, que Karl Marx é uma negação aos ideais de liberdade propostos por iluministas, como John Locke (principalmente), Voltaire, Montesquieu, e inclusive Rousseau, quem defende o fim da propriedade privada como Marx. Porém Rousseau nunca pregou que historicamente deve-se criar uma ditadura do proletariado, que pratique o fim as liberdades individuais, pois elas são ruins para o coletivo. Marx é uma negação dos valores iluministas, que viria a chamar de valores de “classe”, valores burgueses. Marx começa sua taxação daí.

Quando leio um livro, ou escritos de uma pessoa, leio imaginando estar conversando com essa pessoa. Quando li Marx, é como se ele estivesse sendo um profeta, donde nada é errado no que diz. Nem Hitler em seu Mein Kampf é tão babaca. Porém daí tudo bem. Marx teve suas razões, tenho certeza que Freud acharia que sim.

Hoje, passaram-se mais de 160 anos de Marx e suas teorias. Passaram-se aproximadamente 100 milhões de mortos pelas ditaduras do proletariado, que ainda são defendidas por intelectuais, mesmo que em parte, por seus “programas sociais exemplares” - é só ver quanto caem de amores por programas sociais babacas de Fidel Castro, todos copiados em sua maioria, de programas sociais americanos.

Passou-se o século XX, que além de ditaduras estilo Marx, tivemos outras ditaduras socialistas, como a de Hitler: já que o nazismo, por mais que socialistas queiram negar, é o socialismo adaptado ao nacionalismo alemão – é o nacional-socialismo alemão. Cansei de escrever: o burguês de Karl Marx é o judeu de Adolf Hitler; é quem explora as massas, seja o proletariado ou o homem trabalhador ariano. Ambos, nazismo e comunismo, pode-se ver, têm características exemplares um com o outro – ambos são totalitários, ambos pregam o fim de classes sociais no futuro, ambos pregam o fim de uma ou mais classes como sendo sangue-sugas do povo honesto.

O frio sombrio de ambos permanece hoje, pois são coisas muito radicais para sumir do coração dos homens. Apenas permanecem aparentemente inertes para os intelectuais do mundo, esses que hoje em dia acreditam estar tudo bem. A maioria acredita que o mercado livre, assim como Marx e Hitler, é algo errado, e deve-se criar uma ‘social democracia’. Muito interessante isso...

Vejamos, no caso específico do Brasil agora, durante as eleições 2002. Quem está mais parecendo social democrático? O hoje ex-partido marxista-leninista, o Partido dos Trabalhadores. Porém se esquecem os ‘intelectuais’ que ser social democrata é crer extremamente em coalizões, em distanciamento de decisões centralizadas, por mais que a social democracia ainda pregue um Estado intervencionista, algo que pessoalmente repudio.

E o PT? Analisem atitudes dentro dos eleitos do PT. O PT prega a hegemonia partidária dele próprio. Não deixa as correntes divergentes dentro do partido votar como bem entendem. Diferente do PSDB, PMDB, PFL – por mais que você meu leitor, odeie esses partidos. E isso é bom? Não: o mesmo ocorreu com o NSDAP, o partido de Hitler, o mesmo aconteceu com o partido bolchevista de Lênin. Isso é totalitarismo, e começa quando um partido fica com essa idéia, de que ele deve ser centralizado, pois senão “não conseguiremos crescer”. Só não vê quem quer muito acreditar na nova imagem de social democracia petista.

Além de isso ser inconstitucional: o fato de que já que não se pode haver políticos sem partidos (o que é proibido), então nenhum partido pode crescer demais, deixando outras correntes de fora: isso é um perigo para qualquer democracia que se queira ter neste país. O PT é o partido que mais cresce, e o único que tem reais intenções (basta olhar o seu website) de ser hegemônico dentro da política brasileira.

“Mas o PT é a cara nova, é o bem social, é o avanço, etc” – me dizem, revoltados, os que escutam ou lêem meus artigos e discordam de mim. Deixe-me mostrar uma realidade: o PT já foi pego por esquemas de corrupção diversas vezes. O PT já fez acordos, desde 1990, e os renova todo ano desde então, com as FARC e ELN colombianas – guerrilhas que produzem 80% cocaína do planeta, por admissão do próprio partido. A única coisa que vejo para essa onda de petismo, inclusive na classe rica, é o fato de achar que ser petista, ser esquerda, é ser ‘esclarecido e humano’, ser algo de bom para o ‘social’.

Pois bem. Nunca os teóricos do mercado livre disseram que este existia para se haver tensões sociais, e sim para o equilíbrio dos recursos. Locke e Smith principalmente. O mercado na verdade deveria resolver os problemas sociais por si só – algo impossível na cabeça de um comuna, um nazista, e hoje em dia: de um social democrata, um petista, etc. Pois “sem intervenção de um Estado ‘protetor e bonzinho’, o Estado social democrata (ou socialista para um comuna) a sociedade vira um caos” – me dizem. Bem, basta olhar a história imparcialmente, que veremos que por mais que demore, países que adotam um mercado livre mais livre do que outros, no médio prazo sempre se tornam países ricos ou estáveis. No socialismo e/ou social democracia inclusive, os países tendem a ter falhas estruturais devido sua cobrança social, que no fim gera menos dinheiro, e acaba de fato prejudicando o social, que tanto defendem. O imediatismo dos sociais democratas ou socialistas acaba estagnando o crescimento de um país, deixando seu tão querido social um lixo.

Isso é claro, escrevendo esse último parágrafo assumindo que o PT seja realmente social democrata. Pensei que esse era o PSDB. Chega a ser patética a dissimulação que imbecis que se chamam de intelectuais, aceitam, sobre o lugar do PT na história política recente do Brasil. Dissimulação que marqueteiros do PT, para a campanha 2002, conseguiram espalhar na cabeça de todo mundo. Claro que existem correntes divergentes dentro do PT, o problema, como eu disse anteriormente, é que elas não podem votar livres da decisão central do partidão. Isso lembra, apenas vagamente, como era a liberdade dentro do PCUS – essa sigla, você descubra por si mesmo meu leitor, não é tão difícil assim.

Se essa é a democracia que o PT quer, ou melhor, a social democracia que o PT quer para o Brasil como um todo – a mesma que leva intelectuais imbecis caírem no conto do ‘partido amadurecido’, mesmo conto usado pelos nazistas para ganhar eleições e levar Hitler ao poder – então quero essa democracia fora de meu país. Mas Deus queira, e o PT há de amadurecer ainda mais, deixando de lado seu lado centralizador, lado esse pouco conhecido e pouco divulgado – já que esse estragaria a imagem eleitoral de “paz e amor”.


SEGUNDA PARTE – fora do partido

A questão petista, fora do partido dos trabalhadores, é a mais interessante de todas. Que eles se reservem do direito de ser centralizadores dentro do partido tudo bem. Isso é direito de partido, apesar de dependendo das circunstâncias, ser inconstitucional. Mas até ai tudo bem. Só que a opinião vigente fora do partido, as das ruas, é central, em relação não só a membros filiados (esses eu considero fora do partido por não serem os políticos eleitos do partido, apenas meros membros), porém as pessoas comuns nas ruas que têm por opção democrática votar no Partido dos Trabalhadores, ou até não.

Sim, todos temos o direito de votar em quem bem entendermos, e nos expressarmos como bem entendermos pela constituição brasileira, muito embora a liberdade de opinião e atitude seja manipulada por uma sociedade que se finge de liberal, mas é conservadora. Eu mesmo, quando fiz cortes de cabelos diferentes do usual, fui repreendido nas ruas pelas caras das pessoas, e por gritos e palhaçadas de outros jovens (esses devem se gabar de serem legais mesmo). Essa é a verdade. Porém, nos últimos anos, e principalmente agora, com minha geração saindo da escola e indo para as faculdades, existe uma nova taxação vigente de conservadorismo ‘intelectual’: a taxação do ‘direita’ e ‘esquerda’.

Eu, quando fui comunista, durante seis meses devo ter escrito milhares de páginas, poderiam encher um livro, sobre as belezas desses regimes. Bem, deixei de ser comuna, e venho me tornando liberal democrata, e desde então noto com transtorno não só a época quando eu posava de ‘intelectual’ para mim mesmo e grupos de conversação na internet por aprovar os genocídios cometidos pelos regimes comunistas, mas também como eu ajudei a manutenção de termos TAXATIVOS como: “extrema direita”, “direita” (que não deixava de ser “suja” para mim na época), “burguês”, “pequeno-burguês” (quando usava esse termo me sentia o Apolo da verdade), “fascista” e “nazista”. A maioria das vezes que usei esses termos foi para discriminar pessoas que são como hoje eu sou: um liberal democrata. Coitado, mal saberia eu: um liberal democrata é odiado não apenas pelas esquerdas comunas e sociais democratas, mas pelas direitas coronelistas e extremo-nacionalistas também.

Pois bem, aqui começa uma pequena história baseada na verdade de ligações entre essas organizações:

A própria CUT, Central Única dos Trabalhadores, ex-sindicato marxista por admissão própria (será mesmo ex?) admitiu ter 800 jornalistas na sua folha de pagamento. Jornalistas esses, que no mínimo não falam mal da CUT, há anos e anos, e no máximo, fazem de tudo para colocar a visão do sindicato marxista nos jornais, impregnando-o de termos absurdos e taxativos, como bons ignorantes.

A CUT é ligada ao Partido dos Trabalhadores, claramente ligada, são amigos inseparáveis: O PT pede para a CUT não fazer balbúrdia nas eleições, ela não faz. Porque? Mais um esquema para disseminar a inverdade de “paz e amor” do PT.

Indo para um que irá se tornar ex-governo, no Rio Grande do Sul: Olívio Dutra. Esse promoveu uma campanha nas escolas públicas (sim, de boa qualidade) na qual demitiu e se segregava professores que tinham certas opiniões divergentes do “socialismo do PT”. Formou-se uma geração de alunos marxista-leninistas, prontinhos para votar no PT pro resto da vida. Tudo bem!! Esqueci que você meu leitor, se acha intelectual demais, então vou chamar de juventude “social-democrata”, prontinha pra votar no PT pro resto da vida (apesar de já ter dito na “PRIMEIRA PARTE”, social democracia até mês passado era o PSDB).

Esses três últimos parágrafos mostram pequenos pedaços num quebra cabeças gigante de dissimulação esquerdista, orquestrada principalmente por integrantes do partidão. Ainda me lembro de vários, não foi apenas um professor, foram vários professores querendo botar nas nossas cabeças, cabeças de CRIANÇAS, seus termos taxativos, e como Lula e o PT eram ‘bons’ para o Brasil – isso mesmo quando o professor era assumidamente marxista, dizia que o “início da mudança é com Lula”.

Coisas soltas no ar: porém vê-se que a opinião pública vai aos poucos mudando. E vai aos poucos vai aderindo de forma religiosa termos, isso quando não aceita de braços abertos a nova imagem não comunista do PT, a imagem de social democrata. Mesmo se for social democrata, vai afundar o país, e vai levar ao caos promovido por suas leis e taxações maciças. Lembrem-se: o PT faz parte do governo, ele já faz; vocês acham que eles não vão usar sua maior participação nessas eleições para com isso para formar legiões de jovens acreditando na sua social democracia, comunismo, ou seja lá qual for a nova imagem que ele tiver?

Pois bem: isso se reflete fora do partidão, o PT. O uso da opinião pública, dissimulada, como bons gramscistas, já se reflete. Não faltam exemplos pessoais, mas me reservo o direito de não falar em nome de outras pessoas, acho errado, porém exemplos não faltam. Por EU ser liberal e acreditar no mercado livre, fui chamado de “fascista”, “direitista” (como se fosse Adolf Hitler em pessoa), “safado”, “burguês”, “MERCENÁRIO”, entre outros termos intelectualmente imbecis. Uns com mais, outros com muito menos carinho em discussões acaloradas, muitas vezes entre amigos mesmo. Hoje sinto vergonha de ter pertencido a essa horda de taxadores imbecis que se acham o ápice da juventude intelectualizada, porém não conseguem nem ler um artigo deste tamanho.
As minhas opiniões nas eleições 2002 também foram atacadas. Eu aceito quando um petista vota no Lula, porém, quando eu falo que fui obrigado a votar em José Serra, um SOCIAL DEMOCRATA de partido (PSDB), já que EU não acredito haver nenhum político ou partido com as minhas visões, sou chamado de “direitista”, com aquele tom de como se eu fosse um safado, ou um ser intelectualmente inferior. Lá se vai a grande “DEMOCRACIA” do PT pelas ruas, onde se inferioriza os outros por não acreditarem no glorioso, recém social-democrata, ex-comunista, Lula e seu partido centralizador. E pensar que eu cogitei acreditar nesse partido dissimulador de ‘boas intenções’ – essas as quais, o inferno está cheio.

Ô Serjão nº4, ainda sobre o crime...

Segue um texto que achei que parece ter sido enviado por alguma divindade (estou ficando meio huckabee, hehee):

Crime e retórica
por Thomas Sowell em 31 de outubro de 2007

Resumo: Depois de toda uma geração de vítimas do crime ter sido sacrificada no altar das teorias da esquerda, uma mudança de direção política produziu maiores índices de aprisionamento – e menores índices de criminalidade – em países como os EUA.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Oakland, na Califórnia, sofre, há muito tempo, altos índices de criminalidade e, particularmente, alto índice de assassinatos. A julgar por um recente discurso de seu atual prefeito, o velho esquerdista Ron Dellums, a cidade terá um futuro muito parecido com seu passado.

Por que Oakland é tão violenta? Segundo o prefeito Dellums, “temos fechado nossos olhos às injustiças e desigualdades e, agora, estamos colhendo os amargos frutos daquela desconsideração de todo um grupo de indivíduos.”

Essa é a retórica das “raízes do crime” da década de 1960, ainda forte nas esquerdas atualmente, apesar de montanhas de evidências do contrário que se têm acumulado nas décadas desde então.

Isso é o que torna o problema de Oakland mais do que o problema de Oakland – ou mesmo o problema dos EUA. O mesmo tipo de pensamento prevalece na esquerda em outros países, produzindo o mesmo tipo de terríveis resultados.

Como disse o escritor inglês Peter Hitchens: “A Inglaterra está rapidamente se tornando um lugar onde o homem bom teme o mau e o mau não teme nada.”

Ele disse ainda: “A pura e simples estupidez da maioria das declarações políticas sobre crimes desafia até os mais crédulos.” Ambas as afirmações se aplicariam tanto a Oakland quanto a Londres – e a muitos outros lugares.

Uma notícia de jornal sobre o discurso do prefeito Dellums dá conta de que ele estava “seguramente confortável com o que estava dizendo e falava de improviso.”

Por que estar desconfortável ou precisar de um discurso escrito para repetir as mesmas noções politicamente corretas que toda a esquerda – aqui e no exterior – tem repetido como um mantra por quase meio século? Você precisaria de algo escrito para recitar o alfabeto?

A idéia de que “injustiças e desigualdades” explicam o crime se originou há mais de dois séculos. Você vai encontrá-la, na Inglaterra, no livro de William Godwin de 1793, “Investigação sobre a justiça política”, e mesmo antes, em alguns escritores franceses.

Ela é a marca registrada da esquerda em todo o mundo.


Mesmo que tais idéias tenham existido por séculos, elas não se tornaram dominantes para aqueles responsáveis pelo sistema legal e policial até a segunda metade do século XX – mais especificamente, até os anos 1960 nos EUA.

Como eram os índices de criminalidade em 1960, antes que essas idéias invadissem os tribunais e os ramos legislativo e executivo do governo?

Até 1960, o índice de assassinatos estava declinando havia décadas – tanto entre os brancos quanto entre os negros – e era pouco menos da metade do que era em 1934.

Será que não havia nenhuma “injustiça e desigualdade” em 1960 e nas décadas anteriores? Ninguém que seja velho o suficiente para lembrar daqueles tempos acreditaria nisso.

Foi precisamente a chegada ao poder em 1960 (nos tribunais e nos governos) daqueles que acreditavam que “injustiças e desigualdades” fossem as causas do crime que marcou o enfraquecimento da aplicação da lei e do aprisionamento de marginais – e marcou um dos mais dramáticos crescimentos do crime em nossa história.

Tendo declinado por décadas sem fim, o índice de assassinato abruptamente dobrou de 1961 a 1974. O número de cidadãos vítimas de crimes violentos, em geral, triplicou.

Tais tendências começaram em momentos diferentes em países diferentes, mas o padrão é muito similar. Na medida em que o índice de aprisionamentos declina, o índice de crimes decola – quer na Inglaterra, na Austrália, na Nova Zelândia ou nos EUA.

Depois de toda uma geração de vítimas do crime ter sido sacrificada no altar das teorias da esquerda, uma mudança de direção política produziu maiores índices de aprisionamento – e menores índices de criminalidade – em todos esses países, no final do século XX.

Não estamos ainda onde estávamos em 1960, com respeito tanto ao índice de criminalidade quanto à taxa descendente de assassinatos. As noções da esquerda são ainda fortes na mídia, na academia e na política.

A esquerda está ainda confortável quando fala sobre “injustiça e desigualdade” – mesmo de improviso – e, certamente, sem se confrontar com a vasta quantidade de evidências de que eles estão errados.


Publicado por Townhall.com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Ô Serjã! nº3 rs!

Peraí, peraí. Sejão elogiando um filme dos irmãos Coen. O que te deu Serjão, vinho demias? rs!

Agora abram alas para um dos melhores textos do OC ultimamente, esqueçam Foro de São e PT e leiam o OC filósofo:

O cume do progresso humano

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 04 de fevereiro de 2008



Freud costumava dizer que a história da mente ocidental tinha sido marcada por três derrotas humilhantes impostas sucessivamente às presunções do ego humano: primeiro, Copérnico demonstrara que o planeta que habitamos não é o centro do universo; depois, Darwin ensinara que o homem não é um ente superior, mas apenas um animal entre outros; por fim, o próprio Freud trazia a prova de que a consciência individual não é sequer a dona de si própria, mas o joguete de forças inconscientes.

A idéia do progresso do conhecimento como uma troca de ilusões grandiosas por verdades cada vez mais deprimentes impregnou-se tão profundamente na cosmovisão das classes letradas, que outros episódios da história das idéias foram interpretados de acordo com ela, quase que por automatismo. Entre Copérnico e Darwin, Newton e Galileu haviam ensinado que nossas impressões do mundo sensível são subjetivas e enganosas, só as quantidades mensuráveis podendo ser objeto de conhecimento certo, e Kant demonstrara a impossibilidade de saber algo de positivo sobre Deus e a imortalidade da alma. Entre Darwin e Freud, Marx evidenciara que a própria história das idéias não é senão a exteriorização aparente de interesses econômicos camuflados, Comte oficializara a proibição de perguntar sobre aquilo que não podemos conhecer pelos métodos da ciência newtoniana, e por fim um contemporâneo de Freud, Max Weber, tirara disso a mais letal das conseqüências: não só o bem e o mal são escolhas arbitrárias, mas o próprio conhecimento científico não é possível sem alguma escolha arbitrária inicial.

Nas décadas seguintes, o rebaixamento da espécie humana prosseguiu implacavelmente. O behaviorismo substituiu a noção mesma da “psique” por um conjunto de reflexos condicionados não muito diferentes dos que determinam a conduta de um rato ou, em última instância, de uma ameba. O estruturalismo e o desconstrucionismo aboliram a noção marxista do sentido da História como um resíduo das ilusões humanistas. A genética, a neurofisiologia, os modelos informáticos do cérebro e a psiquiatria de base farmacológica reduziram a nada as pretensões da própria psicologia freudiana. A ecologia mostrou o ser humano como um bicho mal comportado e destrutivo, prejudicial à natureza. Por fim, o filósofo Peter Singer promoveu os frangos e porcos a titulares de direitos humanos, em pé de igualdade até com uma criatura sublime como ele próprio.

Assim vieram caindo, uma a uma, as “ilusões narcísicas” -- como as chamava Freud – de uma espécie animal que ousara se proclamar imagem e semelhança de Deus. A história das idéias científicas, vista sob esse aspecto, é uma história da humildade intelectual.

Mas aí há três problemas.

O primeiro é que nem todas as teorias incluídas nessa narrativa são igualmente verdadeiras. Galileu fez do Sol o centro do universo, e não só do sistema solar. Marx jurava que o capitalismo iria restringir o mercado, em vez de expandi-lo. O evolucionismo continua em estado de hipótese discutível. E a psicanálise se desmoralizou tanto que Lacan, para tentar salvá-la, teve de descobrir nela uma parte inconsciente e dizer que esta, e não aquela que Freud conhecia, era a genuína psicanálise. Não tem sentido equalizar verdades científicas, erros medonhos e fantasias idiotas como degraus ascendentes de uma escalada cognitiva.

Segundo problema: cada um dos degraus dessa pretensa escalada foi galgado à custa de alguma falsificação monstruosa dos dados históricos. O esquema usado foi sempre o mesmo: embutir à força, em alguma doutrina passada, significados totalmente estranhos à época em que foi enunciada e à mentalidade de seu autor.

Copérnico nunca imaginou que o heliocentrismo tirasse “o homem” do topo do universo criado. Esta interpretação foi inventada um século depois por Giordano Bruno. E, àqueles que pretendessem tirar daí alguma conclusão materialista, o próprio Bruno advertia: façam isso, e se tornarão estúpidos ao ponto de duvidar da sua própria existência (isto veio a acontecer literalmente quando o desconstrucionismo apregoou a “inexistência do sujeito”).

A doutrina darwiniana, ao colocar o ser humano no cume da evolução animal, não podia ao mesmo tempo rebaixá-lo ao nível de um bicho qualquer. A palavra mesma “evolução” exprime uma subida de nível, não uma descida. Isso deveria ser óbvio à primeira vista, mesmo sem a ajuda dos parágrafos finais de A Origem das Espécies , que celebram a ascensão evolutiva como uma obra divina de intelligent design (oh, horror!).

A doutrina freudiana, sim, parece rebaixar o ser humano, na medida em que reduz a consciência a um produto de fatores inconscientes. Mas, se a passagem para o nível autoconsciente resultava da destruição das ilusões narcísicas da infância, como poderia a destruição de mais uma ilusão ser um rebaixamento e não uma subida? O próprio Freud jamais desistiu da aposta em que o Ego terminaria por absorver e superar o Id, nisto consistindo, aliás, a promessa central da psicanálise. Ao falar de rebaixamento das pretensões humanas, Freud usou de uma figura de linguagem que enfatizava unilateralmente um só aspecto da sua própria obra, omitindo a compensação dialética da qual estava perfeitamente consciente. E fez o mesmo com os ensinamentos de Copérnico e Darwin para transformar os dois, à força, em precursores dele próprio.

Daí por diante, fazer história das idéias mediante analogias extemporâneas tornou-se moda universal, rebaixando a compreensão pública do passado a uma sucessão de fofocas de cortiço contra a dignidade humana. O resumo enciclopédico dessas fofocas constitui a visão histórica vigente, como um dogma de fé, nas cabeças de praticamente todos os nossos contemporâneos. Ela ressurge diariamente em editoriais de jornal, discursos parlamentares e redações de escola, com unanimidade global, e serve de argumento para justificar decisões políticas, econômicas e estratégicas, bem como para arbitrar discussões domésticas e dar aparência de coisa importante a teses universitárias sem pé nem cabeça.

O terceiro problema é que nenhuma daquelas descobertas alegadamente humilhantes tornou a intelectualidade mais humilde. Ao contrário: cada uma delas foi celebrada como uma vitória da razão e das luzes contra as trevas do passado, daí resultando efusões de orgulho cada vez mais demenciais e reivindicações de poder cada vez mais ilimitadas.

Copérnico e Newton serviram de argumento para os revolucionários de 1789 concentrarem mais poder em suas mãos do que qualquer tirano da antigüidade e matarem mais gente em um ano do que a Inquisição matara em três séculos.

O positivismo e o cientificismo deram nascimento a inumeráveis ditaduras iluminadas, algumas das quais entendiam a matança de padres, freiras e índios (especialmente cristianizados) como uma expressão superior da racionalidade humana.

O marxismo, não preciso nem falar. Quem não conhece o “Livro Negro do Comunismo”? Os feitos bárbaros que ele descreve seriam monumentos à humildade intelectual?

O behaviorismo e escolas psicológicas subseqüentes desenvolveram nos seus praticantes a ambição de moldar o comportamento alheio como se fosse um produto industrial. A ecologia reforçou essa ambição, criando projetos de controle global que determinam até o que você pode ou não pode comer e obrigam você a preencher uma pilha de formulários para colher um cacho de bananas.

Eric Voegelin chamava “historiogênese” a visão simbólica da história como um processo ascendente que, culminando na pessoa do narrador, fazia da sua época a suprema detentora do conhecimento humano. Inicialmente ele pensou que esse esquema fosse uma invenção da modernidade, mas depois descobriu que isso já existia no antigo Egito e na Mesopotâmia. A historiogênese é um cacoete mental deformante que reaparece em todas as épocas, graças à incoercível tendência do ser humano para fazer de si próprio o umbigo do universo.

A modernidade só acrescentou a isso o detalhe especialmente ridículo de que ela descreve a ascensão gloriosa que conduz até ela própria como um processo de autolimitação racional e humildade intelectual crescente. Com isso a concepção umbigocêntrica da história tornou-se caricatura de si própria, nisto consistindo a suprema glória intelectual dos tempos modernos.

Ô Serjão, take it easy! nº2

Ô Serjão! Com todo respeito... você está falando com um intelectual petista. Como se para provar que tudo não presta eu tivesse que falar da mesma forma sobre PT e PSDB. Não, eu não preciso, o Mainardi não precisa. Se eu me expressei mal, eu explico. Eu penso que os dois partidos não prestam, mas não disse que são iguais.
Se eu tivesse qu escolher entre um dos dois, não tenha duvida, eu vou de 45.
Uma das piores pragas já disseminadas pelo esquerdismo é a tal da "isenção" o tal "ver o outro lado". Não há isenção possível e isso eu aprendi na faculdade de cinema, acredita? A maior forma de honestidade está em dizer de que lado está. Eu digo o meu: sou anti-petista militante. O PSDB não me interessa mais, pois já é passado foi governo há 6 anos, e quando o foi eu votei contra os tucanos, votei no PT em 2002, vc se lembra?
Mas existem algumas diferenças fundamentais entre o petistas e os tucanos: não nada mais mentiroso e dissimoulado do que um político ou intelectual petista. Os caras possuem uma máquina de difamação com pessoas "respeitadíssimas" , para quem foi criado numa madrassa petista é ba-bau: Boff falou eu acredito, fulano disse é respeitável, existem pessoas com auras de santos : Suplicy, Mercadante, Cristóvão Buarque. Mas quando se diz algo contra os petistas (que logicamente não vem das universidades) logo vem o contra-ataque: abaixo-assinados, processos jurídicos e pau na imprensa.
Eu não lembro de nenhum, EU DISSE NENHUM, político do PSDB ao ser acusado de alguma coisa argumentar em sua defesa que o governo anterior fazia o mesmo. Não lembro o PSDB invocar Collor, Sarney e o cacete a quatro para justificar seus erros. Por uma razão óbvia: NÃO JUSTIFICA.
Mas os petistas acham que sim, que justifica. E assim vamos, O PSDB também fez (o PSDB estava errado e nós certos), nós fazemos também e fazemos mais ainda.
Lembre-se que o PT era o partido da ética. O partido da ética hoje defende seus erros acusando os outros de errarem como eles. Agora o que era errado é certo desede que feito pelos petistas "em nome do povo". Nada mais parecido do que a retórica dos porcos em a Revolução do Bichos.
Neste ponto, eu sou igual ao Mainardi, petista disse alguma coisa, para mim a priori é mentira. Um petista foi acusado de alguma coisa, para mim a priori é verdade. Quanto ao PSDB acredito que o mal que fizeram e ainda fazem ao país é fichinha perto do perigo do PT, então não me interessam , por enquanto.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ.

Se esse mundo é psicopata, esse filme consegui fazer isso na figura de um personagem, JAVIER BADEM ...
Qaul a melhor forma de sair de insanidade? fugindo,tipo a "INSUSTETÁVELLEVEZA DO SER"?
ou "CONTINUANDO A NADAR" igual a doris, em PROCURANDO NEMO?
Ou não temos mais o que fazer igual ao xerife , BRILHANTEMENTE INTERPRETADO PELO TOMMY LEE JONES.
Uma coisa é certa, esse filme vai entrar pra história, é um dos melhores filmes dos últimos anos.
Foi lapidar um DIÁLOGO do filme, que vcs quando verem vão entender melhor.
O QUE VC FEZ COM 2 MILHÕES DE DÓLARES?
1,5 MILHÕES EU GASTEI COM PUTA E WUISKY, 500 MIL EU DESPERDIÇEI....


NÃO PERCAM!!!!!!!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Olha o Lynch aí!!!!!

Um trecho da entrevista após a exibiçaõ em Veneza...
IMPÉRIO DOS SONHOS

coletiva. "O filme tem um sentido perfeito", respondeu Lynch.A um repórter britânico, que quis

saber se Lynch podia "explicaro significado dos coelhos, especialmente um deles que apareciapassando roupa", ele respondeu: "Não. Não posso"."Tenho que perguntar com alguma preocupação, após ver este filme,se o senhor está bem", disse um norueguês."Estou muito bem", respondeu Lynch.
Um repórter italiano chegou a afirmar que Lynch "está pronto paravestir uma camisa de força".
Houve também quem qualificasse o filme de "obra prima", e seinteressasse pela forma como foi rodado. O diretor foi questionado sobre a existência de um roteiro ou de um plano de filmagem."Adoro o mistério e o desconhecido. Gosto de entrar em um mundo enão saber o que vem pela frente. Gosto do apagar das luzes, quandosobe o pano e entramos em um mundo novo", disse Lynch."Não devemos ter medo de usar a intuição e sentir o caminho.Viver a experiência e confiar no conhecimento interior. O cinema éuma linguagem tão bela.... ele trata de coisas que vão além daspalavras, e isso é belo", acrescentou o diretor.O criador da série "Twin Peaks" afirmou que "o cinema é como amúsica: um trabalho intelectual que fala às pessoas, mas não apenaspor palavras". "Portanto, é preciso se abrir e viver essa experiência em ummundo diferente", disse.A versão de "Inland Empire" exibida em Veneza não deve chegar àssalas de cinema. Uma versão muito mais curta deve ser distribuídacomercialmente. Pode ser uma boa solução para que a "obra prima"faça sentido fora de um museu.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

TÔ ZEN.. ZANGADO, ESTRESSADO E NERVOSO...RSS

AH , agora melhorou....
Esse negócio de ONG é uma furada mesmo, e não melhora porra nenhuma, to contigo.
Você , até nisso , tá parecido com o Mainardi, quando fala mal é só do PT e quando alguém reclama vc diz que tudo não presta...rss
A gente sabe que toda a imprensa é eleitoreira, parcial e manipulada, qualquer uma, eles mandam e desmandam na eleição Presidencial.
Vamos ver quem eles vão querer pra 2010, BLACK OPERATION=JFK....RSS
Oh! to aguardando o BC, QUERO VER , HEIN!!!!!!!!
ABS

Ô Serjão take it easy!

Em primeiro lugar assim que eu defender minha dissertação vai rolar o BC e não se fla mais nisso!
A discussão do texto do Reinaldo aponta para uma falácia que foi recorrente ultimamente: a de que a queda do índice de homcídios (não do número, do índice) foi devido a ações sociais, numa clara tentativa de desqualificar as administrações estaduais de São Paulo (que puxou o índice nacional pra baixo) por ter investido em mais policiamento e em mais prisões, algo que funcionou da mesma forma em Nova York e até no Iraque é só pesquisar. Para fazer contraponto a esta tese o Reinaldo buscou o índice de homicídios de BH, que em tese deveria ter também reduzido devido às "ações sociais" das prefeituras petistas, o que não ocorreu. Ou o Aécio dá um jeito ou não vai haver ONG petista que dê.
Não é o caso de defesa do PSDB, me tire desta, não defendo mais ninguém, comigo é chapa-branca zero. É o caso de claro ataque aos defensores de bandidos, a turma das ONG´s que acham que reduzem a violência com ações sociais. Não resolvem, se resolvesse em minas a violência teria diminuido, aliás a maior parte das favelas da Zona Sul está coalhada de "ações sociais" ,de inclusão digital (que deve significar enfiar o dedo no c... do pobre)e do caralho a quatro.
A mensagem é clara sem maior poder de polícia, melhor judiciário e mais prisões não vai adiantar. By the way ainda tem aqueles que dizem que a cuas da queda do índice foi por culpa da campanha do desarmamento: então tá bom, os bandidos ficaram sensibilizados e entregaram suas armas e facas (rs!) também.

Pensamento do dia: petista bom é na oposição!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Mortalidade

Já que o papo agora é so virtual, temos que nos contentar com essa eventualidade!
~Primeira coisa importante, "estatística é igual a biquíni, o mais importante eles cobrem"...
A gente tem que ler essas reportagens com muita cautela, certamente apenas o NÚMERO de mortes em um determinado lugar não é a única coisa a ser levada em conta, têm outras questões:
Primeiro, no Brasil se mata mais de arma branca que de fogo, isso eu soube recentemente, fiquei impressionado,mas....
Segundo, Em Recife, capital mundial da violência contra a mulher,boa parte dessas mortes são por causas de briga de amantes etc....
Terceiro, essa mortalidade de muita cidades ditas "segura", Maceió é uma delas, tá muito voltada pra o tráfico de drogas e entorpecentes, entre outras questões. Essa mortes têm que ser levadas em conta,mas não esse tipo de mortalidade que assusta a população, é outra.
Por exemplo, na minha cidade natalnão tem nenhuma pessoas conhecida de amigo ou colega etc.. que tenha sido morto ou baleado, aqui no Rio isso é muito frequente, a nortalidade aqui é a qualquer hora e lugar e não tem ligação com nada nem com coisa nenhuma, diferente desses outros lugares.
Não quero com isso defender x ou y, até porque, a segurança da cidade é feita pelo governo do estado , e em Minas é do PSDB.O que a gente tem que fazer é tentar ler melhor essas estatísticas,levar em conta certas mortes do tipo: traficante de maconha no polígono da maconha em Pernambuco, marido que foi traído e mata a mulher de facada, bandido do rio que é morto em troca de tiros com a polícia etc... essa mortalidade não vai reduzir, e a mortalidade que a gente se encontra exposto não é essa.
Isso não é discriminação,é fato, sempre se matou muito no Nordeste por facada, sempre, mas não era contabilizado por não fazer parte do dia a dia das pessoas comuns, não se tinha o medo da morte que tem aqui no Rio,tipo indo peloa alto da boa vista em 31 de dezembro e tomar 6 tiros.
Garanto a vcs ,por experiência própia, que esses outros lugares não tem os atrativos do Rio,mas também não tem a sua insegurança, ou vc acha que São Paulo é mais seguro de se sair a noite do que Florianópolis? tá na estatística......ok?

Barra Conexions

Barra conexions é um blog para a publicação de qualquer coisa que gente quiser. A gente significa os 3 malucos que se encontram (pelo menos foi assim em 2007)na Barra, bebem vinho e jogam conversa fora.