quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

vejam essa II !!!

Em Belo Horizonte, mata-se 81,88% mais do que em SP e 26.33% mais do que no Rio. Lendo os jornais mineiros, ninguém diria

Confesso que fiquei um tanto surpreso ao saber que Belo Horizonte, capital de Minas, na lista das cidades com mais de um milhão de habitantes, está em segundo lugar na lista dos homicídios por 100 mil (56,6). Só perde para Recife, que está em primeiro (90,5). Na capital mineira, mata-se 81,99% mais do que em São Paulo (31,1), segundo o relatório divulgado ontem. Ouço tanto falar do milagre mineiro, especialmente das “políticas sociais inclusivas” do PT, que completará 16 anos de poder na cidade, que imaginei, sinceramente, que os índices fossem bem menores. Afinal, como é mesmo a cantilena esquerdopata? “Mais incruzão çoçial, menas violência”. Ou será que o PT não "incrui" nada?

E voltamos àquela questão da eficiência da polícia e de prender mais ou de prender menos. Os esquerdiotas estão dizendo por aí que a queda de homicídios em São Paulo se deve ao aumento do emprego (em Belo Horizonte não aumentou?), à atuação das ONGs (as há em Minas, certo?), à organização da comunidade, sei lá o quê... Por que, então, isso tudo teria um efeito positivo em São Paulo, mas não em Belo Horizonte?

Por incrível que pareça, mata-se na capital mineira 26,33% mais do que no Rio de Janeiro (44,8). Na lista das capitais (que inclui cidades com menos de 1 milhão de habitantes), o Rio está em 9º lugar, superado pelas seguintes capitais:
- Recife (90,5)
- Vitória (87)
- Maceió (80,9)
- Porto Velho (68,4)
- Palmas (65,8)
- Belo Horizonte (56,6)
- João Pessoa (46,7)
- Cuiabá (45,2)
- Rio de Janeiro (44,8)
São Paulo está em 22º na lista das capitais. No ranking geral, eis o lugar ocupado pelas principais capitais:
- 9º lugar – Recife
- 99º lugar – Belo Horizonte
- 205º lugar – Rio de Janeiro
- 281º lugar – Porto Alegre
- 342º lugar – Salvador
- 409º lugar – Brasília
- 422º lugar – Florianópolis
- 430º lugar – Fortaleza
- 492º lugar – São Paulo

E, no entanto, ao se ler um jornal de Belo Horizonte, será inescapável a impressão de que é bem mais fácil morrer no Rio. E não é. Acho que as imprensas carioca e paulista fazem muito bem em ser tão severas na cobertura da segurança pública. Como a gente vê, ajuda a fazer as escolhas certas. Esconder a notícia só eterniza o problema, não é?
Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

vejam essa!!!!

Fonte: http://super.abril.com.br/revista/249/materia_revista_267993.shtml?pagina=1

John McWorther - O hip-hop faz mal

Para o intelectual John McWorther, o maior problema dos negros americanos não é o racismo, mas o costume de se achar vítima dos brancos.

Por Fábio Marton

Em Losing the Race: Self-Sabotage in Black America (“Perdendo a Corrida/Raça: Auto-Sabotagem na América Negra”), o lingüista John McWorther afirma que o pior problema dos negros é a própria vitimização. Alguns o chamaram de “traidor da própria raça” e “negro de aluguel”. Enquanto outros o abordaram na rua para dizer como o livro mudou a vida delas. A seguir, McWorther fala com a Super:

O que é a dupla consciência negra?
O que eu tento dizer com essa expressão é que, mesmo que ainda haja racismo na sociedade, o maior problema para a comunidade negra não é o que os brancos pensam dela. O problema é cultural, é interno, o modo como os negros tratam a si próprios. Acho que as pessoas precisam ajudar a si próprias e umas às outras. É assim que as sociedades evoluem. Os negros, na verdade, sabem disso, dizem isso para si o tempo inteiro. Mas, em público, quando há um branco por perto, passam a se fazer de vítimas, a falar sobre como a sociedade tem uma dívida, como o racismo é sutil, mas ainda está lá. É uma dupla consciência: você é uma vítima em público e um vitorioso em casa. E isso cria uma grande confusão na forma como o racismo é discutido nos EUA.

Você recentemente escreveu um artigo chamado Pare a Ku Klux Klan Negra. Existe um equivalente negro à KKK?
Claro que foi um recurso retórico, que eu tomei emprestado do [comentarista negro de esportes] Jason Whitlock. O caso é que, quando uma pessoa negra é morta, na maioria das vezes é por outra pessoa negra, envolvida com gangues e drogas. Esses assassinos são a KKK negra. Se um sujeito branco de uma escola do Sul tem um surto e sai matando negros, o crime é manchete em todos os jornais. Mas negros são alvejados por negros o tempo inteiro e o fato é considerado, banal, assunto sem importância. Os negros dão muita importância a quando um branco mata um negro, mas não a quando um negro faz a mesma coisa. Isso não está certo.

Como você vê a influência dos negros americanos sobre os negros do mundo?
Quer saber? Eu me preocupo bastante com a influência dos negros americanos sobre outros negros. Estou falando é do hip-hop e da pose de gangsta. Quando vejo os turcos imitando essa pose na Alemanha, os negros das favelas do Brasil, acho muito perigoso. A mesma coisa acontece na África, onde a pobreza é extrema e existe uma enorme necessidade de recursos humanos, mas as músicas dos jovens ficam falando em balançar o traseiro, como as americanas. Isso decididamente não é a melhor coisa no mundo.

Desde a era do jazz, a música negra americana é referência mundial. Como ela está agora?
Nada bem. Mesmo que boa parte seja realmente boa música, a fúria, o discurso do ódio é teatral, é uma pose. Ser furioso é fácil, ser furioso é legal, ser furioso é algo para mostrar. Mas muito do hip-hop é fachada, é ser furioso por ser furioso. Usar roupas largas, mostrar o dedo médio para os adultos, xingar um monte, tratar mal as mulheres e falar o tempo todo o quanto você é o máximo. E qual é a mensagem? A mensagem é que todos os negros devem se comportar assim até que a haja igualdade racial. E, quando você se enjoa da pose, o que você fez para ajudar alguém e o que você fez para ajudar a si próprio? Um garoto branco pode gostar de hip-hop, mas no final ele sabe que vai ter de batalhar e estudar muito para conseguir conquistar uma vaga na universidade.

Como foi ser jovem durante a chamada “era de ouro do hip-hop”?
Eu não morava em Nova York e, pra dizer a verdade, isso não era tão influente assim. Minha mãe e meu pai tinham diploma universitário, então não sou o caso clássico de uma família pobre lutando para levar a primeira geração à universidade. Quando eu era jovem, já disseram que era “muito branco”, porque não falo como os negros do movimento. Hoje, sou freqüentemente ofendido por negros, principalmente porque vivo de escrever coisas de que as pessoas nem sempre vão gostar.

Você já foi vítima de racismo?
Não diria que fui vítima, mas houve vezes em que a raça teve parte em tornar certos eventos negativos. Certa vez não consegui um emprego e, meses depois, fui descobrir que era por causa de minha cor. Coisas assim. O racismo fez parte de minha vida e geralmente de uma forma dolorosa. Mas, pra dizer a verdade, hoje em dia ele é muito mais indireto que costumava ser. E esse é o ponto mais importante do meu livro Losing the Race: o racismo não foi uma parte suficiente da minha vida pra dizer que é particularmente importante.

É possível classificar com exatidão quem é branco e quem é negro?
Essa é uma questão muito interessante. Existe essa forma brasileira e latino-americana de identificar as pessoas. Você pode estar entre todos os graus entre “branco” e “preto”, pode ser “meio preto, mas não preto” e identificado assim. Aqui, com a One Drop Rule [regra segundo a qual quem tem uma pequena descendência negra é negro], quando você tem um pai branco e uma mãe negra, tem em si a “negritude”, e é negro, ponto. Mas existe um movimento birracial que, nos últimos 10 anos, tenta incluir a opção mulato no censo. É uma coisa absolutamente nova, impossível de pensar nos anos 70 e 80 por exemplo.Mas não é um caso de melhor ou pior.

Como você define o fato de ser negro? É viver uma situação especial?
Minha definição não é tão profunda quando a de várias pessoas seria: existe uma subcultura negra na América. Existe um jeito de falar – ainda que eu não fale assim –, existe uma expressão corporal diferente, existe uma culinária – e nessa eu definitivamente estou dentro –, existe a música, antes do hip-hop, o blues, o jazz, o soul e o funk. Você é criado no meio disso, e você se identifica com essas coisas. Para muitos, porém, ser negro é também ser vítima. Para mim, não. Eu não vou sair por aí remoendo uma concepção frágil de mim mesmo. Eu sou negro, meus pais são negros, eu tenho a cultura negra. Mas me defino, primeiro, como ser humano, segundo, e principalmente, americano, e só depois como negro.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Cotas é para gente sem dignidade!

Tive a imensa alegria essa semana de saber que meu cumpadre passou para UERJ. E passou sem recorrer às cotas racistas! Teve o peito de provar pra si mesmo e pro mundo que, apesar de pobre, morando na Zona Oeste, negro, com filhos, contas, trinta e tantos anos nas costas - em suma - um fudido como eu e muitos dos meus amigos e parentes; não recorreu a esse subterfúgio calhorda de cotas. Seu depoimento é pra mim uma demonstração do quanto a dignidade está em baixa, num mundo onde negros defendem cotas como a única solução para entrarem nas UNIPUBs, ao invés de tomar vergonha na cara e estudar.


Ele fez segredo de sua inscrição até a última hora. Quando viu que foi classificado (em oitavo lugar e no primeiro semestre! SEM COTAS!) procurou seus documentos pra fazer a matricula. Ele descreveu a diferença de tratamento entre os cotistas e não cotistas desde a entrada. Pros cotistas as exigências de documentos "sociais" (declarações de miséria, titulo de pobreza, comprovante de inferioridade social, etc.) são, no mínimo constragedoras, e nenhuma pessoa digna deveria se apresentar a uma instituição para cursar uma faculdade carregando debaixo do braço um monte de declarações do quanto se é desqualificado e inadequado.


Fico feliz que ele tenha sentido não só incomodo com a situação dos cotistas, mas também um certo conforto e orgulho de ter marcado um enorme NÃO na hora de se declarar cotista. Esse orgulho, essa sensação de bem estar ao se assumir como candidato que vai competir de igual para igual evai definir o mérito como parâmetro de ocmpetência e merecimento, isso se chama dignidade. Isso é uma herança rara nas famílias negras do Brasil, e certamente é coisa que não se encontra na alma de um cotista.


É importante ter essas confirmações no meu clã de que competência e esforço, mesmo se não são recompensados, são o caminho para uma vida correta e digna. Pra mim prevalece uma afirmação que uma negra gaucha me mandou há um tempo: entrar por cotas em uma unipub é como entrar num prédio pelo elevador de serviço.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

IPTU: A roubalheira descarada

Pros que não sabem, sou a pessoa mais egoista e a menos solidária do mundo. sou um ser humano normal, coisa rara em um meio que pressupõe que todos são naturalmente solidários e dispostos a ajudar e se responsabilizar pelo outro. Mal acabo de assistir "A Culpa é de Fidel" e surge uma discussão sobre o IPTU (como se fosse algo de se discutir: não pagar, se possível! Protelar o pagamento no limite do tolerável! E brigar por maior participação plutocrática no orçamento - opine de acorod com seu carnê!). Na roda de discussão são todos funcionários do municipio, o que faz do debate algo, no mínimo ridículo. Observo que não fui eu que fiz a pauta e nem conduzi nada. fui elemento passivo no processo. Mas ao ser perguntado obre o IPTU, disse tranquilamente que pagaria a o dobro, se pudesse definir onde gastar e - o mais importante - onde não gastar meu IPTU. Só deixaria gastar minha contribuição na minha rua e acabou.






Horror!!!! Logo vem uma sujeita (cheia de gratificações incorporadas da prefeitura, apesar de não exercer mais nenhum cargo) indagar como eu acharia que ficaria a cidade assim. Respondi o óbvio. Que ficaria melhor pra mim e para mainha família, que é o que me interessa. Disse claramente que não quero meu dinheiro em CEMASIs, em ongs e nem nada de carater social ou educacional. Meu filho não frequenta nem depende de nenhum serviço social municipal. quanto ao filho dos outros, é problema do filho dos outros, inclusive a escolha de tê-los e mante-los nessa cidade.






Me considero muito mal servido pela municipalidade, e muito vagabundo que não paga IPTU recebe recursos demais. Ai vem essa veterana do funcionalismo municipal resgatar um artigo calhorda que apareceu semana passada criticando o protesto contra o IPTU. E ela, tão gostosinha e tão esquerdopata, lança justamente o argumento mais chulo, de que as áreas mais nobres da cidade recebem serviços melhores que áreas como Sepetiba e Guaratiba (onde ela mora), e que essa desigualdade de alguma forma deve ser corrigida. Nesse momento faço pose de impaciente e surpreso com a falta de inteligência dela e lembro que se considerarmos oque Guaratiba contribui de IPTU, não deveria existir um metro de asfalto e nem uma escola municipal por lá. É cheia de favela e ocupações irregulares, e ninguém paga IPTU naquela roça (e quando paga, é uma ninharia). No entanto tem mais serviços públicos sociais do município que a Gávea, que contribui com 9 vezes o IPTU de Guaratiba. Se é uma merda o serviço municipal de Guaratiba, que é sustentado com dinheiro que vem de outros bairros e não da própria Guaratiba, então é melhor investir em áreas mais nobres mesmo.






Se a Gávea recebe serviços municipais melhores, esses serviços, qualitativamente e quantitativamente, estão aquém do valor da contribuição. Proporcionalmente as supostas áreas desprivilegiadas socialmente são as que mais recebem recursos municipais. Nunca vi um Centro Esportivo como o Miécimo no Horto, na Tijuca ou em qualquer lugar de onde o dinheiro sai. Os verdadeiros excluídos são oque que pagam IPTU. As favelas recebem diversos recursos, e por isso mesmo crescem absurdamente. Justamente quem não contribui, o favelado, é quem mais recebe recursos municipais, para continuar promovendo a desordem urbana.






Lembrei a essa colega que os investimentos do município nas ditas áreas carentes são, na maioria dos casos, puro desperdício de dinheiro, como ciclovias em paciência. E se fosse o dinheiro de quem mora em Paciência, ótimo! O problema é que em Paciência a grande maioria dos moradores não pagam IPTU, então não tem a decência de ser crítico e fiscalizador com as obras públicas. são porcos recebendo pérolas falsas. Mas não deixam de ser porcos. Com dinheiro dos outros. Por que razão eu deveria pagar IPTU para sustentar as péssimas escolas daquela região. Verdadeiras academias de zumbis. Prefiro comprar um DVD do Hi-5.






Ai veio a covardia e a superficialidade de dizer que pensar assim é preconceito. Que é discriminação, porque não gosto de pobre. Essa é a hora de se fazer cara de indignado, chocado! Com voz embargada , digo que estou muito magoado com a falta respeito e insensibilidade de uma colega em não perceber que o fato de ser contra um modelo orçamentário e de política púlbica não me faz alguém que discrimina ou tem preconceito, e que tudo que coloquei se baseia em fatos sobre os gastos públicos, e não em mera opinião. Lembro a essa colega (enquanto pago a minha parte da conta no boteco de grife em que paramos para tomar um bom whisky, e deixamos um salário mínimo na registradora do boteco) que eu sou pobre, como ela e muitos que estão ali. alguns chegaram ali de AUDI, mas a maioria está rodando com Palio 1.0 ano 2004 ou equivalente, como eu. Isso é ser pobre. E pior ainda é ser pobre assim e ter de ouvir besteira. Nessa hora ela lamenta sua colocação, segura a minha mão, e encosta seus fartos seios no meu ombro. Sinto sua teta tinindo. Não sei como consigo misturar essas coisas.

Lembrei a ela que não tenho e nunca tive colega rico! Não conheço ninguém rico! Sempre fui pobre (e não por escolha), e por isso sei o quanto me custa ser pobre, e valorizo cada centavo que consigo com meu suor. E por isso odeio trabalhar pra bancar mordomias dessa aristocracia do funcionalismo municipal (da qual ela faz parte) e bancar ainda por cima as migalhas e cala-bocas disfarçadas de "politicas redistributivas". E sou egoísta, sim! Mas com oque é meu! Prefiro jogar fora 400 reais num passeio de helicoptero doque ajudar uma familia da favela do Aço! não me dói em nada fazer isso. E faço isso sem culpa porque não sou burguês. Tenho plena noção de que todo dinheiro que entra no meu bolso é honesto e merecido. Não tenho essa culpa de gastar com futilidades. E já contribuo demais para que o povo do Aço tenha luz, NET e tudo o mais de graça.




Sem citar o artigo do jornal, encerro a discussão (depois de ouvir outras besteiras, e dizer muitas outras também) concordando com um ponto: se as pessoas passarem a sonegar IPTU, quem fica mal é o mais pobre. Eu normalmente daria minha resposta favorita, por ser a melhor elaborada e profunda: E dai? (versão light do Ctrl-F!), mas nesse caso vem um mote político importante pra mim. O pobre deveria ser tão vigilante e atuante sobre a municipalidade quanto a dita classe média e a elite, pois é ele que vai ficar sem PSF, sem escola e sem CEMASIs se ninguém paga IPTU. Então, que eles votem direito e escolham um prefeito que se identifique não com aspirações populistas do povão. Sejam como os negros conservadores do Harllen: só votem em republicanos estilo Giulianni. Assim todo mundo ganha.


Termianda a discussão, vamos nos afastando dos demais "camaradas" pergunto quanto que ela pagava de IPTU. Ela disse que não paga (claro!). Ai eu lembrei a ela que o dinheiro que gastaria com o IPTU eu poderia investir em um parque aquático noturno pra gente. Guaratiba é longe de Botafogo...


Observem o valor venal da "propriedade" da minha cara colega, só pra ver se não é um melhor investimento. Olha a aliquota dela!

sábado, 26 de janeiro de 2008

4 MESES 3 SEMANAS E 2 DIAS

Essa obra prima chamada de "libelo anti_aborto" é um acontecimento ímpar no cinema Europeu, com estilo Europeu mesmo, não é disfaçado não.
Eu , até hoje , não sei a diferença entre realidade e realismo, mas esse filme tem essas 2 coisas aí...rss e muito mais, via ser contudente assim lá em Deus me livre.
Um filme sem música.
Cada diálogo que parece que é gente falando com os profisionais do inss, sem interação nenhuma.
Tem o lance da faca que é pra essa galera que quer adivinhar a cena seguinte, coisa de gente que não curte o filme e quer aparecer, ficar sem pergunta e sem resposta.
Magnífico.
Mais um recomendado,podem cobrar.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Frases

"O Brasil, conhecido Retiro das Direitas Caquéticas, agora se transformou na Clínica Gerontológica das Esquerdas Desmemoriadas". Millôr Fernandes.
"A metade do mal feito no mundo se deve às pessoas que querem sentir-se importantes". Thomas Stearns Eliot
"Não há pior heresia do que crer que o cargo público santifica o seu ocupante". Lord Acton
"Todo jornalista decente é um urubu na sorte dos outros mortais. Ficamos esperando que as pessoas escorreguem numa casca de banana e batam com a cara no chão. Se tudo corre muito bem, para nós é muito mal". Paulo Francis
Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança". Benjamin Franklin
"A sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade irá terminar sem igualdade e liberdade". Milton Friedman
"As pessoas tendem a colocar palavras onde faltam idéias".Goethe
"Se pudesse decidir se devemos ter um governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último." Thomas Jefferson
"Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez consciente".Martin Luther King Jr
"Enxergar o que temos diante de nossos narizes exige uma luta constante".George Orwell

Essa é demais:
"Ser governado significa ser observado, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, cercado, doutrinado, admoestado, controlado, avaliado, censurado, comandado; e por criaturas que para isso não tem o direito, nem a sabedoria, nem a virtude... Ser governado significa que todo movimento, operação ou transação que realizamos é anotada, registrada, catalogado em censos, taxada, selada, avaliada monetariamente, patenteada, licenciada, autorizada, recomendada ou desaconselhada, frustrada, reformada, endireitada, corrigida. Submeter-se ao governo significa consentir em ser tributado, treinado, redimido, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; tudo isso em nome da utilidade pública e do bem comum. Então, ao primeiro sinal de resistência, à primeira palavra de protesto, somos reprimidos, multados, desprezados, humilhados, perseguidos, empurrados, espancados, garroteados, aprisionados, fuzilados, metralhados, julgados, sentenciados, deportados, sacrificados, vendidos, traídos e, para completar, ridicularizados, escarnecidos, ultrajados e desonrados. Isso é o governo, essa é a sua justiça e sua moralidade! ... Oh personalidade humana! Como pudeste te curvar à tamanha sujeição durante sessenta séculos?" Pierre-Joseph Proudhon

"Criminosos são uma pequena minoria em qualquer época ou país. E o dano que eles causaram à humanidade é infinitesimal quando comparado com os horrores-- o derramamento de sangue, as guerras, as perseguisões, as fomes, as escravizações, as destruições em grande escala-- perpetradas pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo é a mais perigosa ameaça aos direitos do homem: ele mantem o monopólio do uso de força física contra vítimas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo é o mais mortal inimigo do homem". Ayn Rand

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Primeira encrenca do ano!

Tô eu, finalmente levando minha esposa (pros q não conhecem, vai a singela foto de minha santinha) prum "Jogo de Cena", um cineminha básico no falecido Estação de Goteiras e Infiltrações Botafogo, e na fila da bilheteria percebo mais a diante uma senhora, lá com seus 50 (40 anos mais 10 anos pela cachaça), segurando uns periódicos, e abordando áqueles que saem da bilheteria.

Chegou a miha vez. Mal recebi o troco, a senhora pulou na minha frente para que não desse tempo de colocar as moedas no bolso. Ai veio a comédia:


"Olá, boa tarde! Estamos fazendo uma divulgação de um trabalho super importante de um grupo de ex-moradores de rua, que agoram atuam fazendo essa revista e trabalhando com reciclagem. A revista XXXXXXX gera emprego para esse pessoal e estamos mostrando a realidade social, .. aqui vocês podem ver uma reportagem mostrando como o capitalismo provoca os conflitos nos paises obres para obter maior inlfuência... Aqui te uma reportagem linda sobre um grupo de teatro de presidiários... he..."


Nessa hora ela já se incomodava com minha cara de quem estava vendo a coisa mais ordinária e biltre do mundo. Só de cuiosidade, perguntei


"Quanto é essa coisa de ... deixe-me ver.... 20 paginas?"


"É 3 reais."


"Porra!!! O Globo é 2! tá de sacanagem!"


"Mas essa revista é pra dar emprego pros ex-moradores de rua! Épra sustentar trabalhador..."


"Ué?!?!? E no Globo não tem trabalhador? Tá cheio de trabalhador, só que com um produto mais razoavel em termos de qualidade e preço! Pelo menos eles tem um produto melhor só com a revista de domingo!"


É uma filosofia esquerdopata brasileira. Comprar algo pelo SUPOSTO benefício social do ocnsumo. Num mundo onde se reproduz a culpa de se consumir, se você ciompra algo, não deve ter orgulho e engrandecimento de ocnseguir compra-la, mas vergonha pois está ajudando o capitalismo. Então você só deve se sentir bem quando compra algo que direta ou indiretamente está beneficiando o excluido que produz e/ou vende o produto. fica em segundo plano oque deveria ser o único definidor legitimo do preço: o produto; a sua oferta e procura; e o mais importante, que é o meu interesse. Devo comprar algo porque quero, e um vendedor honesto vende baseado na qualidade do produto.


Um colega meu já observou a diferença entre os vendedores de trem e os de ônibus. Os vendedores de ônibus criam uma rede de regras para distribuição de sua clientela: um número máximo de vendedores por linha; somnte um vendedor por vez dentro do ônibus em cada viagem; o suborno do motorista tem um teto. Tudo bonitinho. Como o seu mercado é mais "regulado", eles forçam a venda com esse discuros esquerdocida de que poderiam estar roubando ou sendo assessor de políticos, mas estão ali na batalha, e você tem que comprar uma bala que é uma merda pelo social. Não compro nunca. no trem o buraco é mais embaixo. É livre mercado, todo mundo junto e cada um por si. Resultado: maior diversidade de produtos e nenhum apelo social. Vendem oque podem vender de melhor, pesquisando o gosto da clientela, ignorando produtos caidos que só vendem em ônibus, e vendem mais barato. É um caos, mas é menos desonesto. No final, Milton Friedman acerta.


Voltando a calhorda da revista, olha a said dela



"Mas fala a verdade que o Globo não diz! Veja essa reportagem que denuncia os mortos políticos pós ditadura...!"




"Se fosse verdade e sério, tava em revista de verdade e sendo vendida em jornaleiro. aliás, na FNAC..."



"Mas é verdade, e é bem escrito.."



Falei mal pra cacete, mandei essa de não vender algo pelo apelo social, e sim pela qualidade do produto. Fiz horrores, porque ela queria me convencer de que aquele lixo era bom. Se ela estava com disposição, eu estava de férias, e continuei a desqualificar aquele lixo. No final,.. enfim... Minha esposa resolveu comprar, só de sacanagem!


"Vou ler de masoquismo,... pra poder falar mal...!", disse eu...


Cacete!!! Como a revista é escrota! 3 reais roubados!! Me dá dor de cabeça escrever algo relacionado áquele material asqueroso. Pensando bem, não vou poupar: a revista é OCAS, um nome já bem escroto. Mas além da esquerdopatia a porcaria é pretenciosa e suja a mao como quem está esmagando carvão da indochina. Tem uma reportagem escrota com uma escritora que explica como o capitalismo precisa de petróleo (Cuba não precisa - tem apagão programado das 20 as 6 horas) e oque faz com os paises pobres como a Venezuela para consegui-lo. A reportagem já começa com a "reporter" perguntando totalmente fora do contexto quem foi Milton Friedman. O panfleto começa bem. É lógico que demonizam Friedman até, e esse era o core do texto. Especialmente sobre a assessoria que ele prestou ao governo Pinochet.


Dei um monte de chiliques antes do filme começar lendo aquela porcaria de tanta indignação, mas o pior me aguardava. Ao sair da sessão, veio a calhorda me perguntar se eu tinha lido a reportagem sobre Friedman. Eu disse que sim, e sai dando gráças a Deus que tenha existido uyma geração dem ilitares que toparam serem massacrados e amaldiçoados por varias gerações para defender esse pais do comunismo, pois se dependesse do resto, eu estaria cortando cana hoje, e não poderia nem exercer minha aspiração burguesa de vir de carro, pagar uma forutna por um estacionamento vip, comprar pipoca e até ter 3 reais para jogar fora com aquele lixo de revista, que tá melhor na lixeira do banheiro do cinema.


Ela riu , é claro.


E ainda veio um cara, todo riponga, com broche da UNE (apesar de aprentar ser quarentão), me dizer:


"Faz que nem eu... nem compro essas merdas...já sei oque tá lá..."


É... take it easy...












quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Ando muito burro atualmente! - Notas

1-Quando leio os comentários do Luiz me sinto muito burro. Eu não teria a menor competência para comentar desenhos animados como professor faz, dá-lhe Luiz.
2- Como é fácil escrever por notas. Vou candidatar a blogueiro do IG. Quero a vaga do paulo Henrique Amorim. Tudo béééééiiiii???
3-Tenho percebido um fenômeno atualmente, as crianças de hoje estão redescobrindo o pica-pau.Qualquer que seja a fase do desenho, desde o aloprado antigo ao bonitinho atual. Está virando uma febre. Luisa andonou o discovery kids por causa dela. Comente aí Luiz!

4-Nunca antes na história deste país: Teve tanta gente defendendo um imposto. Loucura, loucura, loucura!
5- Olavo de Carvalho já dizia desde 2002 que as esquerdas latino-americanas estavam unidas num projeto comum e que as FARC´s faziam parte do tal Foro de São Paulo. Não faltou gente pra chamá-lo de louco (e eu era um deles, só que eu comecei a pesquisar o troço). E agora vem o Chávez querendo institucionalizar os terroristas (institucionalizar é palavra de esquerdista mas é que ainda me sobram alguns "bugs").

6-Dizem que o Chávez tá comendo a Naomi Campbell. Cadê as forças armadas que não invadiram Caracas ainda.
7- A pergunta que não quer calar: O Obama é kikuio ou Luo? O que que isso interessa?
O que que eu tenho a ver com a avó do Obama.
8- Estou com medo da recessão (possível) Norte-americana. Ando sonhando com coisas como Nasdaq, Dow Jones, Sub-prime, FED, Compom.
9- No Big Brother venceu a mais gostosa (suspeito que o público masculino tenha votado em massa, ou em carne se preferir).
10- Para seguir a série de meu amigo Luiz aí vai uma foto da minha Patroa:

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Desenho animado I

Tenho dois grandes interesses: história e sociologia da industria pornográfica e desenho animado.
O segundo assunto recentemente tem tomado mais atenção de meu tempo, pois afinal pude assisitr em DVD duas temporadas de Avatar.
Diferente do diogo Mainardi, eu não demonizo Hanna & Barbera, pois eles foram inovadores e , no estilo americano que já deu origem a coisas "gratuitas" e mais acessiveis doque qualquer sonho socialistóide (como o mp3, o google earth e a internet), seus desenhos tornaram a pordução animada mais cotidiana, democrática, diversificada, e ainda assim criativa em termos de enredo e psicologia. Quem avalia uma produção animada apenas pelo visual condena os Simpsons, South Park e outras produções geniais. Sem falar que, mesmo hanna barbera criaram inovações extremamente sofisticadas para a época. Um deles é o Jonnhy Quest, primeiro desenho a explorar a cor preta como efeito de luz real nos cenários e no efeito de movimento.
Mas nada se coompara as produções asiáticas, especialmente os zeuraimas e mangas japoneses. O detalhismo, o capricho com cenários e movientos são ótimos,. sempre foram.
Porém ,agora a onda é o desenho chinês, espcialmente aqueles que saem de Hong Kong. Um deles é o fantástico AVATAR. A genialidade desse desenho não está na produção da imagem (não há um fotograma igual em todos os episódios! Simplesmente não tem aquele negócio de Hulk voando paralisado), mas é ousado em termos de misticísmo, filosofia e artes marciais, sem ser teenager. E apesar de ser infantil, não é infantilóide. Nenhum episódio termina com um mascote fazendo merda e todos rindo em volta, estilo He-man ( Diogo deveria odiar as produções da Amimations: marvel, he-man, she-ra, homen de ferro, capitão américa, flash gordon,...). Não tem Jarjar Binks!
Finalmente encontrei um filme pra tirar meu filho da Discovery e fazer a passagem para a Nick. Nada de floriguinhos nem sinsenhores-positones nessa casa!

domingo, 13 de janeiro de 2008

Cinema: o velho gargalo da roubalheira petista!

Minha inocência e ingenuidade é constrangedora. Tenho vergonha de comentar coisas que de cara todo mundo faz aqueal cara de " Ah! É, é?!? Só contaram pra você...". Mas eu tenho a necessidade de externar idéias e raivas, ou pioro minhas anginas e aneurismas!
Tô lendo feliz o título de uma reportagem "comemorando" o investimento de quase 13 milhões por parte do BNDES para o cinema nacional. Pensei "Caralho! finalmente vão investir em infraestrutura e tecnologia, talvez padrão global, pra melhorar a produção do cinema nacional! Reduzir custo, aumentar oferta, destruir carteis e monopólios! Não vamos ter de editar lá fora ou nos dois ou três studios que ficam só aqui ou em SP?! É mais emprego técnico aqui? Lesgal!".
Mas nem lí o primeiro parágrafo e vejo a foto de um daqueles cineastas chapa-branca, todo sorridente depois de embolsar um milhão de reais pra FAZER FILME!! Caralho!!! Ao lado tá uma lista de umas 10 produções, tudo queimando dinheiro do BNDES!!!
Esses filmes vão desenvolver OQUÊ????!!!!!!!! Que investimento é esse? Já não tem a porra da ANCINE para roubar desse jeito, a lei Rouanet e tal?!?! Agoa o BNDES vai fazer essas graças de investir em "midia " e em "cultura"?
quero um passaporte amasrelo da ONU e uma passagem de ida (SÓ DE IDA!) pra mim e pra minha família, direto para a França. Serve Itália ou Portugal (que já é quase Europa...).
Por isso que, pra mim, cineasta brasileiro e bandido tem tudo a ver.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Transbordamento



Luiz...

Tu tá transbordando tesão, só manda mulher de "coxa grande"

Se desviar a quantidade de esperma que tu tá acumulando dá para fazer a transposição do São Francisco sem greve de fome........rss

Vou mostrar algums fotos do rio, estive lá recentemente, tem lugare de profundidade 300 mts, fiquei perto do xingó, 170mts.

O Rio tá belíssimo APrimeira é uma rocha de 60 milões de anos
A Segunda é "gruta da pedra talhada", onde a gente mergulha,maravilhosa.
abs

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

CPMF de novo?

Hoje ouvi uma doente, safada, cachorra, sem vegonha, biltre e retardada (mas muito minha amiga) se empolgar com uma noticia no jornal: os governistas vão trazer a CPMF de volta. Primeiro dei um cascudo nela para que ficasse perplexa e prestasse atenção. Dai comecei a vomitar oque ela já deveria saber sobre a sujeira que é dar dinheiro pro governo. Mas a imbecil, que não aprendeu com a história recente, a história vivida, contextou. Disse que se é pro bem da Saúde, tem de ser feito.


Será que todo mundo vai cair nessa de novo? A burra ficou deprimida quando acabaram com a CPMF! eu perguntei a ela que falta a CPMF fazia. ela veio com aquela história de 30 bilhões para Saúde. exclareci que era be menos, APENAS 20 e tantos bilhões. e em seguida perguntei o que havia melhorado na Saúde desde que a CPMF foi implantada. A vadia não soube me responder. A cada gagejo dela eu falava da dengue, dos sanguessugas, dos roubos da ambulâncias, um monte de coisas quemostravam que se a CPMF serviu para alguma coisa, foi pra aumentar a roubalheira na Saúde. Os indicadores de saúde continuaram uma merda e em alguns casos até piorou com o advento da CPMF.


A pilantra ainda se lamentava: "Como pode alguém fazer a covardia de acabar com a CPMF?". Respondi que a CPMF se tornou imoral, e que ela se desmoralizou pelos políticos e gestores da saúde. Se com dinheiro eles não transformam a Saúde, então acaba com a CPMF, sem constrangimento para qualquer político.


No quinto "eu não enteindo!" dela, tive de dizer de forma doce e delicada que se ela não fosse tão bonita e gostosa, deveria morrer de fome em frente a um McDonalds.




Depois procurei ser mais carinhoso e delicado com ela:


"Agora vamos relaxar... Cala a boca e chupa..."


Não adianta nem o esquerdopata do Gaspari escrever, porra!!

Gostei muito do texto do Gaspari sobre a "demofobia" da ocupação dos morros e da paisagem da cidade. Comemorou o fato de paenas dois barracos estarem além do limite 100 (a fAVELA Com centenas de bibocas abaixo não contam, não enfeiam nada, né?...) e ainda tentou constranger os donos de uma quadra de tennis, que pagam para ter acesso ao espaço (se é irregular, a culpa é da prefeitura, e tem de derrubar do mesmo jeito...), como se fosse uma questão de perseguição aos pobres. Até chamou de demofobia alguém querer rerpimir a exist~encia ou alastramento de favela.
Ele é um homem evidentemente culto, e sabe que o termo grego DEMOS se refere a povo, sem distinção de classe. não há implicação ideológica de classe ou estamento na palavra. É cidadão, faz parte do DEMOS. Inclusive quem tem quadra de tennis ou quem trafica armas e drogas na favela.
O que ele calhordamente defende é essa esquerdopatia de dizer que é errado não gostar de favela. Disse e repito: normal é aquele que v~e uma favela e fica com nojo, raiva e revolta. É uma perversão urbanistica, social, sanitária, ambiental e moral. Favela só existe pelos defeitos de uma sociedade, e não por sua natureza ou suas virtudes. Onde tem favela, tem violência, exploração e injustiça. Não é normal defender a existência de favelas e ponto.
Mas com certeza, seu Gaspari não quer pagar vale transporte para sua empregada, a Internete, que aliás, ele costumava chamar não de empregada, mas de secretária. E mais recentemente ele fez uma reciclagem e a chama de "associada" Internete. Ele quer sua empregada no muquiço na ribanceira ao lado de seu prédio, a senzala pertinho da casa grande.
E ainda condena a quadra de tennis!! Ora bolas, se a quadra está lá, e em condições irregulares, podem derrubá-la. Com certeza nenhum ônibus vai ser queimado por conta do cumprimento da lei, e nem vai aparecer um monte de vagabundas encardidas dizendo que a quadra era trabalhador e nunca foi do movimento, e nem vai aparecer ninguém dizendo que a quadra foi alvejada por PMs.
E tem mais:^a quadra de tenis deveria ficar, pois não enfeia a paisagem, não agride o meio ambiente como uma favela. Aliás, que se construam mansões enormes, clubes, spas, retiros chiques, qualquer coisa mais agradável , mas não uma favela! Favela é horrivel e tem de sumir! Quem olha pro Joá e pra Rocinha ( e não é um idióta, um desgraçado hipócrita, um ressentido com a pouca probabilidade de uma daquelas mansões do Joá um dia ser sua) percebe que há uma diferença em ocupar encostas com urbanismo e o câncer que é uma favela.
As pessoas tem de deixar de achar favela normal, necessário ou tolerável. E principalmente parar com essa viadagem de se paralisar com o pensamento "mas onde vamos botar essa gente?...". Essa gente não deveria existir, pra começar. Favela existe por que alguém deixa surgir. uma vez que surge, tem de tirar. Simples! Conjuntos habitacionais! Essa lenga-lenga que ós retirados não se adaptam ao local designado é pura palhaçada. É claro que se o povo que foi retirado da Lagoa para cidade de deus tem a possibilidade de voltar prum morro da zona Sul, ele não fica em CDD por que tem opção. O negócio é reduzir a opção desse sujeito a apenas duas: ou a casa cedida pelo governo de gráça sem onus; ou a rua. A possibilidade favela deve sair da equação.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

ídolos-trovinha

Boff, Suassuna e Suplicy
São todos velhinhos batutas.
Acho melhor os filhos do Golbery
Do que essa cambada de filhos da p.....!

hehehehehehehe

domingo, 6 de janeiro de 2008

KKKKKKK

Meus votos para 2006!!!???Essa foi maravilhosa...
Perde para a mulher da foto, somente....
E os ídolos do meu amigo Ismael!!!!!
Daquela lista deve ter 3 filhos do Gobery...
Vcs tão danados,oxente.....
Vamos marcar esse ano, hein!!!!

Barra Conexions

Barra conexions é um blog para a publicação de qualquer coisa que gente quiser. A gente significa os 3 malucos que se encontram (pelo menos foi assim em 2007)na Barra, bebem vinho e jogam conversa fora.