Blog de três amigos que BEBIAM vinho e jogavam conversa fora. Atualmente a coisa tá difícil.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
vejam essa II !!!
Confesso que fiquei um tanto surpreso ao saber que Belo Horizonte, capital de Minas, na lista das cidades com mais de um milhão de habitantes, está em segundo lugar na lista dos homicídios por 100 mil (56,6). Só perde para Recife, que está em primeiro (90,5). Na capital mineira, mata-se 81,99% mais do que em São Paulo (31,1), segundo o relatório divulgado ontem. Ouço tanto falar do milagre mineiro, especialmente das “políticas sociais inclusivas” do PT, que completará 16 anos de poder na cidade, que imaginei, sinceramente, que os índices fossem bem menores. Afinal, como é mesmo a cantilena esquerdopata? “Mais incruzão çoçial, menas violência”. Ou será que o PT não "incrui" nada?
E voltamos àquela questão da eficiência da polícia e de prender mais ou de prender menos. Os esquerdiotas estão dizendo por aí que a queda de homicídios em São Paulo se deve ao aumento do emprego (em Belo Horizonte não aumentou?), à atuação das ONGs (as há em Minas, certo?), à organização da comunidade, sei lá o quê... Por que, então, isso tudo teria um efeito positivo em São Paulo, mas não em Belo Horizonte?
Por incrível que pareça, mata-se na capital mineira 26,33% mais do que no Rio de Janeiro (44,8). Na lista das capitais (que inclui cidades com menos de 1 milhão de habitantes), o Rio está em 9º lugar, superado pelas seguintes capitais:
- Recife (90,5)
- Vitória (87)
- Maceió (80,9)
- Porto Velho (68,4)
- Palmas (65,8)
- Belo Horizonte (56,6)
- João Pessoa (46,7)
- Cuiabá (45,2)
- Rio de Janeiro (44,8)
São Paulo está em 22º na lista das capitais. No ranking geral, eis o lugar ocupado pelas principais capitais:
- 9º lugar – Recife
- 99º lugar – Belo Horizonte
- 205º lugar – Rio de Janeiro
- 281º lugar – Porto Alegre
- 342º lugar – Salvador
- 409º lugar – Brasília
- 422º lugar – Florianópolis
- 430º lugar – Fortaleza
- 492º lugar – São Paulo
E, no entanto, ao se ler um jornal de Belo Horizonte, será inescapável a impressão de que é bem mais fácil morrer no Rio. E não é. Acho que as imprensas carioca e paulista fazem muito bem em ser tão severas na cobertura da segurança pública. Como a gente vê, ajuda a fazer as escolhas certas. Esconder a notícia só eterniza o problema, não é?
Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
vejam essa!!!!
John McWorther - O hip-hop faz mal
Para o intelectual John McWorther, o maior problema dos negros americanos não é o racismo, mas o costume de se achar vítima dos brancos.
Por Fábio Marton
Em Losing the Race: Self-Sabotage in Black America (“Perdendo a Corrida/Raça: Auto-Sabotagem na América Negra”), o lingüista John McWorther afirma que o pior problema dos negros é a própria vitimização. Alguns o chamaram de “traidor da própria raça” e “negro de aluguel”. Enquanto outros o abordaram na rua para dizer como o livro mudou a vida delas. A seguir, McWorther fala com a Super:
O que é a dupla consciência negra?
O que eu tento dizer com essa expressão é que, mesmo que ainda haja racismo na sociedade, o maior problema para a comunidade negra não é o que os brancos pensam dela. O problema é cultural, é interno, o modo como os negros tratam a si próprios. Acho que as pessoas precisam ajudar a si próprias e umas às outras. É assim que as sociedades evoluem. Os negros, na verdade, sabem disso, dizem isso para si o tempo inteiro. Mas, em público, quando há um branco por perto, passam a se fazer de vítimas, a falar sobre como a sociedade tem uma dívida, como o racismo é sutil, mas ainda está lá. É uma dupla consciência: você é uma vítima em público e um vitorioso em casa. E isso cria uma grande confusão na forma como o racismo é discutido nos EUA.
Você recentemente escreveu um artigo chamado Pare a Ku Klux Klan Negra. Existe um equivalente negro à KKK?
Claro que foi um recurso retórico, que eu tomei emprestado do [comentarista negro de esportes] Jason Whitlock. O caso é que, quando uma pessoa negra é morta, na maioria das vezes é por outra pessoa negra, envolvida com gangues e drogas. Esses assassinos são a KKK negra. Se um sujeito branco de uma escola do Sul tem um surto e sai matando negros, o crime é manchete em todos os jornais. Mas negros são alvejados por negros o tempo inteiro e o fato é considerado, banal, assunto sem importância. Os negros dão muita importância a quando um branco mata um negro, mas não a quando um negro faz a mesma coisa. Isso não está certo.
Como você vê a influência dos negros americanos sobre os negros do mundo?
Quer saber? Eu me preocupo bastante com a influência dos negros americanos sobre outros negros. Estou falando é do hip-hop e da pose de gangsta. Quando vejo os turcos imitando essa pose na Alemanha, os negros das favelas do Brasil, acho muito perigoso. A mesma coisa acontece na África, onde a pobreza é extrema e existe uma enorme necessidade de recursos humanos, mas as músicas dos jovens ficam falando em balançar o traseiro, como as americanas. Isso decididamente não é a melhor coisa no mundo.
Desde a era do jazz, a música negra americana é referência mundial. Como ela está agora?
Nada bem. Mesmo que boa parte seja realmente boa música, a fúria, o discurso do ódio é teatral, é uma pose. Ser furioso é fácil, ser furioso é legal, ser furioso é algo para mostrar. Mas muito do hip-hop é fachada, é ser furioso por ser furioso. Usar roupas largas, mostrar o dedo médio para os adultos, xingar um monte, tratar mal as mulheres e falar o tempo todo o quanto você é o máximo. E qual é a mensagem? A mensagem é que todos os negros devem se comportar assim até que a haja igualdade racial. E, quando você se enjoa da pose, o que você fez para ajudar alguém e o que você fez para ajudar a si próprio? Um garoto branco pode gostar de hip-hop, mas no final ele sabe que vai ter de batalhar e estudar muito para conseguir conquistar uma vaga na universidade.
Como foi ser jovem durante a chamada “era de ouro do hip-hop”?
Eu não morava em Nova York e, pra dizer a verdade, isso não era tão influente assim. Minha mãe e meu pai tinham diploma universitário, então não sou o caso clássico de uma família pobre lutando para levar a primeira geração à universidade. Quando eu era jovem, já disseram que era “muito branco”, porque não falo como os negros do movimento. Hoje, sou freqüentemente ofendido por negros, principalmente porque vivo de escrever coisas de que as pessoas nem sempre vão gostar.
Você já foi vítima de racismo?
Não diria que fui vítima, mas houve vezes em que a raça teve parte em tornar certos eventos negativos. Certa vez não consegui um emprego e, meses depois, fui descobrir que era por causa de minha cor. Coisas assim. O racismo fez parte de minha vida e geralmente de uma forma dolorosa. Mas, pra dizer a verdade, hoje em dia ele é muito mais indireto que costumava ser. E esse é o ponto mais importante do meu livro Losing the Race: o racismo não foi uma parte suficiente da minha vida pra dizer que é particularmente importante.
É possível classificar com exatidão quem é branco e quem é negro?
Essa é uma questão muito interessante. Existe essa forma brasileira e latino-americana de identificar as pessoas. Você pode estar entre todos os graus entre “branco” e “preto”, pode ser “meio preto, mas não preto” e identificado assim. Aqui, com a One Drop Rule [regra segundo a qual quem tem uma pequena descendência negra é negro], quando você tem um pai branco e uma mãe negra, tem em si a “negritude”, e é negro, ponto. Mas existe um movimento birracial que, nos últimos 10 anos, tenta incluir a opção mulato no censo. É uma coisa absolutamente nova, impossível de pensar nos anos 70 e 80 por exemplo.Mas não é um caso de melhor ou pior.
Como você define o fato de ser negro? É viver uma situação especial?
Minha definição não é tão profunda quando a de várias pessoas seria: existe uma subcultura negra na América. Existe um jeito de falar – ainda que eu não fale assim –, existe uma expressão corporal diferente, existe uma culinária – e nessa eu definitivamente estou dentro –, existe a música, antes do hip-hop, o blues, o jazz, o soul e o funk. Você é criado no meio disso, e você se identifica com essas coisas. Para muitos, porém, ser negro é também ser vítima. Para mim, não. Eu não vou sair por aí remoendo uma concepção frágil de mim mesmo. Eu sou negro, meus pais são negros, eu tenho a cultura negra. Mas me defino, primeiro, como ser humano, segundo, e principalmente, americano, e só depois como negro.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Cotas é para gente sem dignidade!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
IPTU: A roubalheira descarada

sábado, 26 de janeiro de 2008
4 MESES 3 SEMANAS E 2 DIAS
Eu , até hoje , não sei a diferença entre realidade e realismo, mas esse filme tem essas 2 coisas aí...rss e muito mais, via ser contudente assim lá em Deus me livre.
Um filme sem música.
Cada diálogo que parece que é gente falando com os profisionais do inss, sem interação nenhuma.
Tem o lance da faca que é pra essa galera que quer adivinhar a cena seguinte, coisa de gente que não curte o filme e quer aparecer, ficar sem pergunta e sem resposta.
Magnífico.
Mais um recomendado,podem cobrar.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Frases
"A metade do mal feito no mundo se deve às pessoas que querem sentir-se importantes". Thomas Stearns Eliot
"Não há pior heresia do que crer que o cargo público santifica o seu ocupante". Lord Acton
"Todo jornalista decente é um urubu na sorte dos outros mortais. Ficamos esperando que as pessoas escorreguem numa casca de banana e batam com a cara no chão. Se tudo corre muito bem, para nós é muito mal". Paulo Francis
Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança". Benjamin Franklin
"A sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade irá terminar sem igualdade e liberdade". Milton Friedman
"As pessoas tendem a colocar palavras onde faltam idéias".Goethe
"Se pudesse decidir se devemos ter um governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último." Thomas Jefferson
"Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez consciente".Martin Luther King Jr
"Enxergar o que temos diante de nossos narizes exige uma luta constante".George Orwell
Essa é demais:
"Ser governado significa ser observado, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, cercado, doutrinado, admoestado, controlado, avaliado, censurado, comandado; e por criaturas que para isso não tem o direito, nem a sabedoria, nem a virtude... Ser governado significa que todo movimento, operação ou transação que realizamos é anotada, registrada, catalogado em censos, taxada, selada, avaliada monetariamente, patenteada, licenciada, autorizada, recomendada ou desaconselhada, frustrada, reformada, endireitada, corrigida. Submeter-se ao governo significa consentir em ser tributado, treinado, redimido, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; tudo isso em nome da utilidade pública e do bem comum. Então, ao primeiro sinal de resistência, à primeira palavra de protesto, somos reprimidos, multados, desprezados, humilhados, perseguidos, empurrados, espancados, garroteados, aprisionados, fuzilados, metralhados, julgados, sentenciados, deportados, sacrificados, vendidos, traídos e, para completar, ridicularizados, escarnecidos, ultrajados e desonrados. Isso é o governo, essa é a sua justiça e sua moralidade! ... Oh personalidade humana! Como pudeste te curvar à tamanha sujeição durante sessenta séculos?" Pierre-Joseph Proudhon
"Criminosos são uma pequena minoria em qualquer época ou país. E o dano que eles causaram à humanidade é infinitesimal quando comparado com os horrores-- o derramamento de sangue, as guerras, as perseguisões, as fomes, as escravizações, as destruições em grande escala-- perpetradas pelos governos da humanidade. Potencialmente, o governo é a mais perigosa ameaça aos direitos do homem: ele mantem o monopólio do uso de força física contra vítimas legalmente desarmadas. Quando irrestrito e ilimitado pelos direitos individuais, um governo é o mais mortal inimigo do homem". Ayn Rand
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Primeira encrenca do ano!
Chegou a miha vez. Mal recebi o troco, a senhora pulou na minha frente para que não desse tempo de colocar as moedas no bolso. Ai veio a comédia:
"Olá, boa tarde! Estamos fazendo uma divulgação de um trabalho super importante de um grupo de ex-moradores de rua, que agoram atuam fazendo essa revista e trabalhando com reciclagem. A revista XXXXXXX gera emprego para esse pessoal e estamos mostrando a realidade social, .. aqui vocês podem ver uma reportagem mostrando como o capitalismo provoca os conflitos nos paises obres para obter maior inlfuência... Aqui te uma reportagem linda sobre um grupo de teatro de presidiários... he..."
Nessa hora ela já se incomodava com minha cara de quem estava vendo a coisa mais ordinária e biltre do mundo. Só de cuiosidade, perguntei
"Quanto é essa coisa de ... deixe-me ver.... 20 paginas?"
"É 3 reais."
"Porra!!! O Globo é 2! tá de sacanagem!"
"Mas essa revista é pra dar emprego pros ex-moradores de rua! Épra sustentar trabalhador..."
"Ué?!?!? E no Globo não tem trabalhador? Tá cheio de trabalhador, só que com um produto mais razoavel em termos de qualidade e preço! Pelo menos eles tem um produto melhor só com a revista de domingo!"
É uma filosofia esquerdopata brasileira. Comprar algo pelo SUPOSTO benefício social do ocnsumo. Num mundo onde se reproduz a culpa de se consumir, se você ciompra algo, não deve ter orgulho e engrandecimento de ocnseguir compra-la, mas vergonha pois está ajudando o capitalismo. Então você só deve se sentir bem quando compra algo que direta ou indiretamente está beneficiando o excluido que produz e/ou vende o produto. fica em segundo plano oque deveria ser o único definidor legitimo do preço: o produto; a sua oferta e procura; e o mais importante, que é o meu interesse. Devo comprar algo porque quero, e um vendedor honesto vende baseado na qualidade do produto.
Um colega meu já observou a diferença entre os vendedores de trem e os de ônibus. Os vendedores de ônibus criam uma rede de regras para distribuição de sua clientela: um número máximo de vendedores por linha; somnte um vendedor por vez dentro do ônibus em cada viagem; o suborno do motorista tem um teto. Tudo bonitinho. Como o seu mercado é mais "regulado", eles forçam a venda com esse discuros esquerdocida de que poderiam estar roubando ou sendo assessor de políticos, mas estão ali na batalha, e você tem que comprar uma bala que é uma merda pelo social. Não compro nunca. no trem o buraco é mais embaixo. É livre mercado, todo mundo junto e cada um por si. Resultado: maior diversidade de produtos e nenhum apelo social. Vendem oque podem vender de melhor, pesquisando o gosto da clientela, ignorando produtos caidos que só vendem em ônibus, e vendem mais barato. É um caos, mas é menos desonesto. No final, Milton Friedman acerta.
Voltando a calhorda da revista, olha a said dela
"Mas fala a verdade que o Globo não diz! Veja essa reportagem que denuncia os mortos políticos pós ditadura...!"
"Se fosse verdade e sério, tava em revista de verdade e sendo vendida em jornaleiro. aliás, na FNAC..."
"Mas é verdade, e é bem escrito.."
Falei mal pra cacete, mandei essa de não vender algo pelo apelo social, e sim pela qualidade do produto. Fiz horrores, porque ela queria me convencer de que aquele lixo era bom. Se ela estava com disposição, eu estava de férias, e continuei a desqualificar aquele lixo. No final,.. enfim... Minha esposa resolveu comprar, só de sacanagem!
"Vou ler de masoquismo,... pra poder falar mal...!", disse eu...
Cacete!!! Como a revista é escrota! 3 reais roubados!! Me dá dor de cabeça escrever algo relacionado áquele material asqueroso. Pensando bem, não vou poupar: a revista é OCAS, um nome já bem escroto. Mas além da esquerdopatia a porcaria é pretenciosa e suja a mao como quem está esmagando carvão da indochina. Tem uma reportagem escrota com uma escritora que explica como o capitalismo precisa de petróleo (Cuba não precisa - tem apagão programado das 20 as 6 horas) e oque faz com os paises pobres como a Venezuela para consegui-lo. A reportagem já começa com a "reporter" perguntando totalmente fora do contexto quem foi Milton Friedman. O panfleto começa bem. É lógico que demonizam Friedman até, e esse era o core do texto. Especialmente sobre a assessoria que ele prestou ao governo Pinochet.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Ando muito burro atualmente! - Notas
2- Como é fácil escrever por notas. Vou candidatar a blogueiro do IG. Quero a vaga do paulo Henrique Amorim. Tudo béééééiiiii???
3-Tenho percebido um fenômeno atualmente, as crianças de hoje estão redescobrindo o pica-pau.Qualquer que seja a fase do desenho, desde o aloprado antigo ao bonitinho atual. Está virando uma febre. Luisa andonou o discovery kids por causa dela. Comente aí Luiz!

4-Nunca antes na história deste país: Teve tanta gente defendendo um imposto. Loucura, loucura, loucura!
5- Olavo de Carvalho já dizia desde 2002 que as esquerdas latino-americanas estavam unidas num projeto comum e que as FARC´s faziam parte do tal Foro de São Paulo. Não faltou gente pra chamá-lo de louco (e eu era um deles, só que eu comecei a pesquisar o troço). E agora vem o Chávez querendo institucionalizar os terroristas (institucionalizar é palavra de esquerdista mas é que ainda me sobram alguns "bugs").

6-Dizem que o Chávez tá comendo a Naomi Campbell. Cadê as forças armadas que não invadiram Caracas ainda.
7- A pergunta que não quer calar: O Obama é kikuio ou Luo? O que que isso interessa?
O que que eu tenho a ver com a avó do Obama.
8- Estou com medo da recessão (possível) Norte-americana. Ando sonhando com coisas como Nasdaq, Dow Jones, Sub-prime, FED, Compom.
9- No Big Brother venceu a mais gostosa (suspeito que o público masculino tenha votado em massa, ou em carne se preferir).
10- Para seguir a série de meu amigo Luiz aí vai uma foto da minha Patroa:
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Desenho animado I
domingo, 13 de janeiro de 2008
Cinema: o velho gargalo da roubalheira petista!
sábado, 12 de janeiro de 2008
Transbordamento


sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
CPMF de novo?

Não adianta nem o esquerdopata do Gaspari escrever, porra!!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
ídolos-trovinha
São todos velhinhos batutas.
Acho melhor os filhos do Golbery
Do que essa cambada de filhos da p.....!
hehehehehehehe
domingo, 6 de janeiro de 2008
KKKKKKK
Perde para a mulher da foto, somente....
E os ídolos do meu amigo Ismael!!!!!
Daquela lista deve ter 3 filhos do Gobery...
Vcs tão danados,oxente.....
Vamos marcar esse ano, hein!!!!