Pra começar: que idéia estupida é ir a qualquer badalação momentânea no Rio. Essa cidade vive de colecionar gente bem blochista, que adere ao "dia de não usar o carro", e toma um taxi do Leme até a Barra sem que lhe pese no bolso ou na consciência essa atitude.
Foi a coisa mais imbecil que já ouví. Faz todo sentido organizar um dia pra deixar seu carro em casa, se você vive em Amsterdan, onde um bonde elétrico silencioso passa na porta de sua casa, e sua conexções te levam pra meio mundo. Mas no Rio de Janeiro, abrir mão do carro é uma coisa estupida, visto como a cidade é mal servida de transportes públicos, mesmo em áreas nobres. Aliás, é justamente em áreas nobres que o transporte público é quase nulo, pra isolar a casa grande da senzala mesmo. Vai pegar um ônibus no fim de semana na Urca, pra tu ver.
Mas tudo é montado e argumentado pra se construir um clima de virtude pros abwençoados que vão a orla bicicletar, enquanto os malditos motoristas sem consciência ecológica continuam se deslocando nos seus carros.
Até parece que alguém se fode até não aguentar mais pra comprar um carro, só de onda. afinal essa cidade foi feita pra conhecer à pé.
Até parece que existe como alternativa decente e cessível o transporte coletivo.
Até parece que o combustível no Brasil é barato, a ponto de se poder andar de carro a toa.
Até parece que ninguém preferiria se livrar do trabalho de dirigir nesse transito caótico e nesse trafegobem organizdo pela prefeitura. claro que todo mundo prefere ficar passando marc ha e pisando na embreajem entre os buracos e obras, até ser desorientado por umap laca de trânsito e parar na Vila do João.
Evidente que vou me sujeitar esse fim de semana a depender dos transportes públicos, ... NOT!
Peguei minha patroa e rodei a cidade pra fazer as coisas mais banais e bossais, pr andar qualquer 200 metros, nessa cidade cinza de cimento, onde andar é um suplício e um risco para rótulas e tornozelos. Todo mundo fala da delicia de andar pela cinelândia, pela tijuca ou pela zona sul. Vai passear pela Pavuna!?!? Vai passear em Madureira, na Penha!?!? ou então vá a merda a pé também... dá no mesmo.
O rio de janeiro também é honório gurgel, méier, Cascadura, Pça Seca e um monte de lugares desagradaveis, feios, sem infra ou paisagismo, onde o urbanísmo não existe. Não tem calçada, não tem folclore e não tem fachada que torne esses lugares agradáveis. Nem falo da zona Oeste, que não é Rio de Janeiro nem por um decreto... Vou eu abrir mão de carro com sogra morando na Taquara?!?! Fuck you!
Rodei todos os extremos dessa cidade, botei gasolina comum, e fui até em Itaguai sem a menor necessidade, só pra almoçar no Zelitos!! Queimei gasolina de montão, e o fiz feliz, pois o trânsito estava maravilhoso, graças aos bocós que deixaram seus carros em casa. Onde que eu cnseguiria chegar, da Usina
a Lagoa, via Tijuca, em 11 minutos? Via Conde de Bonfim? E da Lagoa para Av. Brasil? Sem engarrafamento?!?! E de Itaguai pra madureira shopping? Um pulo...
quero mais é que a adesão a essa palhaçada seja epidêmica, pois sei que isso não muda nada essa coisa EMO de ficar sem carro voluntariamnte.
E se me perguntarem se existe idéia melhor, primeiramente chamarei o questionador de ignorante desinformado e mau-caráter,pois se este não sabe, deveria primeiro procurar saber das milhares de coisas que deveriam se cumpridas por lei (e não o fazem), pra melhorar a taxa de emissão de gazes poluentes, antes da proposta indecorosa de defender a restrição do uso de carros particulares.
E eu cobro 212 reais a hora pra dar aula de ambientalismo, então não será aqui que alguém se agraciará com mnhas idéias e informações.
Mas só de lambuja: querem reduzir a poluição?
vamos lá - ampliar o transporte coletivo. quero ver alguém poder sair de lote 1000 até Manguariba de metrô com ar condicionado; Regular os transportes a diesel, especialmente os de carga; Baratear a manutenção e regulagem de mecanica dos veículos privados; nossa gasolina é limpissima se compara a outras domundo. É cheia de metanol, álcool anidro, e tem um teor de chumbo e metais pesados 17 vezes menor que ococmbustivel europeu (nem falo dos EUA nesse quesito, então). O problema não é o combustível, mas seu preço, justamente por sua pureza e pelo seu teor tributário. Reverter esse teor tributário em inverstimentos ambientais é uma.
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